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Luís Quintais recebe em Amarante o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes

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Poeta Luís Quintais - Foto Facebook

O poeta Luís Quintais recebe hoje, no salão nobre dos Paços do Concelho, em Amarante, o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da Associação Portuguesa de Escritores (APE), pelo seu livro “Arrancar Penas a um Canto do Cisne”.

A cerimónia, às 16:00, conta com a presença do presidente da Câmara Municipal de Amarante, autarquia que patrocina o galardão, e do presidente da Associação Portuguesa de Escritores, que o promove.

Em junho do ano passado, quando foi conhecido o vencedor, o júri afirmou que “este livro dá a ver o sólido percurso poético de Luís Quintais, sustentado numa voz singular”.

Luís Quintais, escritor, professor e antropólogo, é “um autor dos mais marcantes da atual poesia portuguesa”, sublinhou o júri do prémio.

De acordo com a APE, para esta edição foram consideradas obras publicadas em 2016 e, a título excecional, em 2015.

No valor de 12.500 euros, o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes foi criado pela Associação Portuguesa de Escritores em parceria com a autarquia de Amarante.

“Arrancar penas a um canto do cisne”, editado pela Assírio & Alvim, reúne, em mais de 800 páginas, a poesia de Luís Quintais publicada desde “A Imprecisa Melancolia” (1995) a “O vidro” (2015).

Luís Quintais nasceu em Angola, em 1968, cresceu e estudou em Lisboa e, no ano da estreia literária, estava já a dar aulas em Coimbra, onde ainda vive.

“Escrevo etnografias, ensaios e poemas. Gostava de escrever contos, mas raramente o faço. Suspeito que nunca escreverei qualquer romance. Presumo que isso faz de mim um professor, um antropólogo, um ensaísta e um poeta”, afirma Luís Quintais na página oficial na Internet.

Em 2005 foi distinguido com os prémios Pen Clube de Poesia e Luís Miguel Nava e, em 2015, com o Prémio Literário Fundação Inês de Castro.

Na mesma curta autobiografia apresentada no ‘site’ oficial, Luís Quintais escreve: “Sou um homem de esquerda, mas sem ênfase. Estruturalmente agnóstico, acredito mais na redenção do que na revolução. E a redenção será poética ou não será!”.

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