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Executivo da CM de Castelo de Paiva foi ouvido no inquérito que investiga irregularidades nas Lojas do Turismo

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O Ministério Público (MP) decidiu separar os processos na Operação Éter, continuando a investigar num inquérito autónomo os factos relacionados com as lojas interativas da Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

Assim, membros dos executivos das autarquias e técnicos do Tâmega e Sousa foram ouvidos no inquérito que investiga a instalação de lojas do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Técnicos da maioria das autarquias do Tâmega e Sousa foram ouvidas e em quatro casos (Penafiel, Lousada, Celorico de Basto e Castelo de Paiva) os membros dos executivos também prestaram depoimentos.

A Câmara de Castelo de Paiva refere, por seu turno, que “foi ouvida e colaborou no âmbito deste inquérito judicial”, e assinala que “a autarquia se reserva no direito de não prestar declarações, considerando não dever pronunciar-se sobre o assunto, que está em fase de segredo de justiça”.

Operação Éter

No âmbito da Operação Éter, o Ministério Público deduziu, a 25 de outubro, acusação contra 29 arguidos (21 pessoas individuais e oito entidades coletivas), incluindo o ex-presidente da Turismo Porto e Norte de Portugal (TPNP), Melchior Moreira, que se encontra em prisão preventiva desde 18 de outubro de 2018.

Além de Melchior Moreira, foram então detidos pela PJ por alegada viciação de procedimentos de contratação pública, Isabel Castro, diretora operacional do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Gabriela Escobar, jurista daquela entidade, Manuela Couto, administradora da W Global Communication (antiga Mediana) e José Agostinho, da firma Tomi World, de Viseu.

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