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Home - Ciência - Asteróide deixa cientistas perplexos com a sua superfície incomum

Ciência

Asteróide deixa cientistas perplexos com a sua superfície incomum

Redação
Last updated: 14 Outubro, 2018 21:30
Redação
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JAXA

Superfície do MASCOT

Cientistas receberam os primeiros dados e fotos do rover MASCOT, que pousou recentemente na superfície do asteroide Ryugu, e ficaram completamente perplexos.

Os dados obtidos apontam para uma quantidade extremamente baixa de poeira na superfície do objeto espacial e os cientistas ainda não sabem explicar o porquê.

“A superfície do asteróide acabou por se revelar ainda mais louca do que esperávamos. Está tudo coberto com blocos ásperos e cheio de pedras”, contou Ralf Jaumann, diretor científico da missão MASCOT e especialista do Centro Aeroespacial Alemão.

“Mas o que nos surpreendeu mais foi o facto de não termos encontrado em nenhum lugar acumulações de regolito, porque as intempéries cósmicas deveriam realmente ter produzido regolito”, acrescentou.

A espaçonave Hayabusa-2 foi lançada ao espaço no início de dezembro de 2014 para estudar, recolher e enviar amostras do asteroide Ryugu. A espaçonave permanecerá perto do asteróide durante um ano e meio e tentará recolher amostras de solo para depois as trazer para a Terra.

Além disso, a Hayabusa-2 levou ao asteróide os rovers japoneses Rover-1A e Rover-1B, batizados de MINERVA-II-1, bem como o aparelho europeu MASCOT. Os primeiros atingiram a superfície do objeto espacial no final de setembro, o MASCOT pousou no Ryugu na quarta-feira passada.

O rover realizou com sucesso todas as tarefas científicas recolhendo os dados necessários e tirando fotografias para conhecer melhor o asteróide. Após analisar as amostras, os cientistas descobriram várias características novas e misteriosas do Ryugu.

Assim, os blocos e pedras encontrados na sua superfície são muito grandes, alguns que até chegam a atingir 100 metros. Os especialistas não sabem como se formaram nem qual é a sua composição.

Além disso, a matéria do asteróide possui uma densidade menor comparada com meteoritos parecidos, os chamados condritos, periodicamente encontrados na Antártida e Austrália.

Os cientistas esperam que os dados recolhidos pelo rover ajudem a resolver os enigmas e obter uma melhor compreensão sobre como era a matéria original do Sistema Solar.

TAGGED:AstronomiaCiência & SaúdeDestaqueEspaço
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