Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Descobertos quatro rasgos gigantes no manto terrestre sob o Tibete
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Ciência - Descobertos quatro rasgos gigantes no manto terrestre sob o Tibete

Ciência

Descobertos quatro rasgos gigantes no manto terrestre sob o Tibete

Last updated: 2 Agosto, 2018 13:30
Redação
Share
SHARE

Phillips / Flickr

Planalto do Tibete, na China

Um estudo divulgado recentemente revela que o manto terrestre que está sob o Tibete foi dividido em quatro pedaços gigantes. A investigação dá uma visão sem precedentes sobre os processos geológicos que ocorreram há 50 milhões de anos.

Determinar o que esta sob o solo nem sempre é fácil, mas pode ser extremamente útil na previsão de terramotos e até para perceber a evolução do terreno ao longo do tempo. Até agora, a disposição do manto indiano que passa sob o planalto do Tibete era, em grande parte, um mistério.

A nova pesquisa, conduzida por uma equipa da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, recorreu a uma variedade de leituras sísmicas e outros dados geológico para identificar os rasgos sob o Tibete – que se localizam na camada superior do manto da placa tectónica Indiana.

Nesta placa, foram encontradas quadro ruturas enormes em diferentes ângulos e com diferentes distâncias do rasgo original. De acordo com os cientistas, estes fragmentos parecem estar submersos sob a placa Eurasiática.

“A presença destes rasgos pode dar uma explicação coesa sobre os terramotos profundos que têm ocorrido em algumas partes do sul e centro do Tibete e não em outros locais”, disse o geólogo Xiaodong Song.

Sabemos que a placa tectónica Indiana colidiu com a placa tectónica Eurasiática há cerca de 50 milhões de anos, durante o período Cenozóico, que deu origem ao Planalto do Tibete e a uma série de outros processos geológicos. O que ainda não sabemos é como é que está o arranjo geológico da Terra desde então.

O aparecimento de novos rasgos afeta a quantidade de calor que sai núcleo do planeta e chega até ao manto e à crosta. Consequentemente, afeta também a sua maleabilidade – e a probabilidade de um grande terramoto acontecer.

Essencialmente, a identificação destas placas rasgadas pode ajudar a salvar vidas em caso de um desastre deste tipo.

Tomografia sísmica e modelo 3D

Devido às características topográficas do planalto do Tibete – um vasto e elevado terreno, também conhecido como Teto do Mundo -, é difícil realizar estudos do terreno acima e sob o solo. A superfície do planto ocupa uma área aproximada de 2,5 milhões de quilómetro quadrados e tem uma elevação média de 4 000 metros.

Para o estudo, os geólogos recorreram à tomografia sísmica, uma forma de mapear o solo em alta resolução através de ondas de energia produzidas por terramotos reais ou geradas por explosões controladas.

Foi produzido um modelo 3D que não só explica por que motivo os planaltos tibetanos sentem uns terramotos mais fortes que outros, como também explica como é que este número incomum de ruturas foi criado.

“Os lugares anteriormente considerados como incomuns para a ocorrência de alguns terramotos intercontinentais no sul do Planalto Tibetano, parecem agora fazer mais sentido, depois de observar este modelo”, disse um dos investigadores, Jiangtao Li.

Acrescentando que “há uma correlação impressionante entre a localização dos terramotos e a orientação do manto superior indiano que foi fragmentado”.

Agora, o desafio passa por utilizar os novos dados recolhidos para ajudar a avaliar o risco de terramotos no futuro. Embora seja praticamente impossível prever um terramoto com um grau de precisão real, é importante ter uma ideia aproximada de quando e onde é que o desastre vai ocorrer para implementar programas de minimização de danos.

O estudo, publicado nesta segunda-feira na revista PNAS, pode melhorar significativamente as previsões de terramotos futuros na China, Índia, Nepal e Butão.

“No geral, a nossa nova pesquisa sugere que precisamos de ter uma visão mais profunda para sermos capazes de entender a evolução e a deformação continental dos Himalaias e do Tibete”, concluiu.

TAGGED:ciênciaCiência & SaúdeDestaqueGeologiaTibete
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Antigo presidente da Fundação “O Século” suspeito de gastar dinheiro da IPSS em casas de strip
Next Article Mensagens de alerta demoram 12 horas a chegar aos telemóveis
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Dia Mundial do Autismo: visibilidade amplia diagnósticos e exige suporte personalizado

Neste 2 de abril, Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, o foco recai sobre os progressos científicos recentes relativos à…

Obras públicas arrancam 2026 com queda no investimento e nos contratos

Dados revelam impacto do início do ano na dinâmica do setor

Bruno Coimbra assume presidência da Águas do Douro e Paiva

O novo órgão de gestão é presidido por Bruno Coimbra, contando ainda…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Mário Centeno anuncia acordo sobre reforma da zona euro

Miguel A. Lopes / Lusa O ministro das Finanças, Mário Centeno Os ministros das Finanças da União Europeia chegaram a…

O Homem chegou a Madagáscar muito antes do que se pensava (e conviveu com aves-gigantes)

Zoological Society of London's Institute of Zoology Algumas das marcas encontradas nos ossos das aves-gigantes Suspeita-se que os humanos tenham…

Alunos do secundário vão ter descontos em certificados de línguas

Os alunos do ensino secundário, que no 11.º ano fizerem exame de línguas, vão ter desconto na realização de provas…

Descoberto novo órgão sensorial no corpo humano

Roger Fukuda / Flickr Uma equipa de investigadores do Instituto Karolinska, na Suécia, descobriu um novo órgão sensorial na pele…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?