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Home - Ambiente - Os efeitos das alterações climáticas podem deixar as aranhas mais agressivas

AmbienteCiênciaClima

Os efeitos das alterações climáticas podem deixar as aranhas mais agressivas

Redação
Last updated: 22 Agosto, 2019 10:00
Redação
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judygva / Flickr

A aranha Anelosimus studiosus

As alterações climáticas vão provocar muitos efeitos negativos no planeta e os cientistas acabaram de encontrar um novo: aranhas mal-humoradas.

O aquecimento global poderá não só aumentar a frequência e a intensidade de tempestades tropicais, bem como os chamados eventos climáticos “cisne negro”, assim batizados por se tratarem de eventos imprevisíveis e de grande impacto.

E acontece que, quando falamos de aranhas, as mais agressivas serão aquelas que provavelmente vão sobreviver ao clima tempestuoso e que portanto transmitem os seus traços às novas gerações.

Segundo o Science Alert, um desses casos é o aracnídeo Anelosimus studiosus, que pode ser encontrado no continente americano, incluindo nas costas do Golfo e do Leste, destruídas por ciclones tropicais, entre maio e novembro, vindos do Oceano Atlântico.

Geralmente, estas aranhas vivem em colónias em teias tridimensionais, mas nem todas partilham de forma pacífica o mesmo espaço. A espécie exibe dois fenótipos comportamentais: algumas são mais tolerantes e sossegadas, outras são mais agressivas. Podem viver lado a lado na mesma colónia, no entanto, quanto mais agressivas forem, mais agressiva é a colónia no geral. Problema: esta característica é hereditária.

Para determinar o efeito que as tempestades estão a ter nas aranhas, cientistas da Universidade McMaster, no Canadá, esperaram até conseguir prever um “landfall” — segundo o IPMA, quando o centro do furacão interseta a linha de costa — e então amostraram colónias de aranhas naquele local. Depois, regressaram 48 horas após a passagem da tempestade, analisando novamente as colónias.

A equipa também registou o número de ovos em cada colónia e a taxa de sobrevivência das crias. No total, os investigadores escolheram três grandes ciclones ocorridos em 2018 e fizeram uma amostra de 240 colónias.

Inicialmente, a taxa de sobrevivência foi bastante alta (75,42%) mas a longo prazo, e no geral, o número de ovos diminuiu, assim como a taxa de sobrevivência das crias. Porém, isso não foi distribuído de forma uniforme entre colónias agressivas e tranquilas.

“Ao seguir os ciclones tropicais, observámos que colónias com respostas de forrageamento mais agressivas produziram mais ovos e tiveram mais crias a sobreviver até ao início do inverno, enquanto a tendência oposta emergiu em locais de controlo”, escreveram os investigadores no artigo publicado na revista Nature.

“Esta tendência é consistente em várias tempestades que variam no tamanho, na duração e na intensidade. Isto mostra que estes efeitos não são idiossincráticos, mas sim respostas evolutivas robustas que se sustentam em tempestades e em locais que ocupam uma extensão de cinco graus de latitude”.

A razão por que isto acontece ainda não é clara, mas uma diminuição dos recursos alimentares imediatamente depois da tempestade pode ser um fator. Além disso, as espécies de aranhas concorrentes também podem ser mais agressivas — exigindo que indivíduos mais agressivos protejam a colónia dos invasores.

Os investigadores também notam que as progenitoras podem estar demasiado ocupadas a tentar encontrar alimento e a proteger os seus recursos para poder investir tempo nos cuidados maternos, forçando as crias a desenvolver melhores habilidades de sobrevivência.

Por isso, sim, podemos estar a criar um “aranhapocalipse” sem darmos conta.

TAGGED:AmbienteBiologiaCiência & SaúdeclimaDestaqueMeteorologia
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