Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Quando o Sol morrer, irá lançar uma tempestade de nanodiamantes para a Terra
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Ciência - Quando o Sol morrer, irá lançar uma tempestade de nanodiamantes para a Terra

Ciência

Quando o Sol morrer, irá lançar uma tempestade de nanodiamantes para a Terra

Redação
Last updated: 29 Novembro, 2018 7:00
Redação
Share
SHARE

NASA / JPL-Caltech / CXC / ESA / NRAO / J. Rho

Supernova remanescente G54.1 + 0.3

Segundo uma recente investigação, a Terra e outros planetas do Sistema Solar serão literalmente assolados por enormes quantidades de areia, nanodiamantes e minerais, produzidos nos últimos momentos da vida solar.

De acordo com as teorias modernas, daqui a cinco mil milhões de anos o “combustível nuclear” do Sol, isto é, as suas reservas de hidrogénio, irão esgotar-se. Isso fará com que a estrela passe a queimar hélio.

Como resultado, o núcleo do Sol irá atingir uma temperatura extremamente alta, enquanto as suas camadas serão ampliadas ao ponto de absorver Vénus e Mercúrio, convertendo a Terra numa esfera incandescente sem vida.

Ao espalhar todos os seus gases, o Sol tornar-se-á uma anã branca – um corpo celeste muito pequeno, mas muito quente que continua a brilhar graças ao resto de energia preservada no seu antigo núcleo. Este brilho irá iluminar as nuvens gasosas ao seu redor, convertendo-as numa mancha muito brilhante no céu noturno – ou, por outras palavras, numa nebulosa planetária.

No entanto, o destino dos planetas que sobreviverão permanece um grande mistério, incluindo o da própria Terra.

Os autores do artigo científico, recentemente publicado na Royal Astronomical Society, estudaram os restos de supernovas recém-descobertas para determinar um possível desenvolvimento desta situação. Desta forma, analisaram Cassiopeia A, que apareceu no céu noturno em 1667, e a sua “irmã maior”, a G54.1+0.3 que foi encontrada em 1985, tendo explodido há três séculos.

Os astrónomos descobriram que a massa de poeira nessas supernovas é significativamente maior do que o que se pensava até agora, propondo assim que os mundos ao seu redor tenham sido completamente cobertos por poeira e outros minerais, emitidos no exato momento da explosão.

Estas estrelas eram muito parecidas com o Sol, tanto em tamanho como em estrutura. Assim, os cientistas supõem que, após a morte do nosso astro solar, a Terra e Marte, bem como os planetas mais afastados do Sistema Solar, se tornem mundos desérticos, cobertos por nanodiamantes e coríndones — minerais à base de óxido de alumínio.

Mesmo assim, acreditam que a habitabilidade não será fortemente prejudicada. A propagação de camadas e o aumento da luminosidade do Sol serão responsáveis pela extinção de vida na superfície do nosso planeta muito antes, visto que toda a água e ar desaparecerão.

TAGGED:AstronomiaCiência & SaúdeDestaqueEspaço
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Câmara de Castelo de Paiva assinalou oito anos de feira agrícola
Next Article Análise de ADN revela segredos do extinto “unicórnio da Sibéria”
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

four × 5 =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Homem de 31 anos sofre ferimentos leves após despiste na A4, em Penafiel

Um homem de 31 anos ficou ferido, sem gravidade, na sequência do despiste de uma viatura ligeira ocorrido na tarde…

Mulher sofre ferimentos leves em colisão rodoviária em Paredes

Uma mulher ficou ferida, sem gravidade, na tarde desta terça-feira, 27 de…

Homem de 32 anos detido em flagrante por tráfico de droga em Paredes

A GNR deteve, na quinta-feira, 22 de janeiro, um homem de 32…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Mega-colisão de galáxias há 12 mil milhões de anos intriga astrónomos

ESO/M. Kornmesser Quase no fim do universo observável, uma imensa colisão cósmica, que envolveu 14 jovens galáxias, pode ter dado…

Mais de metade do nosso corpo não é humano

(CC0/PD) www_slon_pics / pixabay As células humanas representam apenas 43% do total de células do nosso corpo. Os restantes 57%…

Descoberto sistema estelar com três planetas do tamanho da Terra

Gabriel Pérez Díaz / Instituto de Astrofísica das Canárias Impressão de artista de um sistema planetário com três exoplanetas rochosos…

Cérebro dos adolescentes pode estar a encolher por causa do bullying

Elizabet21 / Wikimedia O bullying persistente pode levar a uma deformação estrutural no cérebro de adolescentes, de acordo com um…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

eighteen + eighteen =

Lost your password?