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Home - Ambiente - Uma peça da Lego pode demorar até 1.300 anos a degradar-se no oceano

AmbienteCiência

Uma peça da Lego pode demorar até 1.300 anos a degradar-se no oceano

Redação
Last updated: 20 Março, 2020 10:00
Redação
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(CCO/PD) Efraimstochter / Pixabay

Uma nova investigação, levada a cabo por cientistas da Universidade de Plymouth, no Reino Unido, concluiu que uma peça de plástico da Lego pode demorar entre 100 a 1.300 anos a degradar-se no oceano.

Para chegar a esta conclusão, os especialistas analisaram peças de plástico desta marca dinamarquesa que deram à costa no sudoeste de Inglaterra.

De forma individual, os cientistas confirmaram a idade das peças recolhidas e pesaram-nas, comparando depois os seus dados a peças equivalentes da mesma marca não utilizadas, detalha o jornal britânico The Independent.

Os resultados da investigação, esta semana publicados na revista científica especializada Environmental Pollution, revelaram que as peças da Lego podem demorar entre 100 a 1.300 anos até se degradarem nos nossos oceanos.

“O Lego é um dos brinquedos infantis mais populares de todos os tempos e parte do seu apelo sempre passou pela sua durabilidade”, começou por explicar Andrew Turner, líder do projeto e professor associado de Ciências Ambientais.

E continuou: “Foi especificamente projetado para ser atirado manipulado e, portanto, não pode ser particularmente surpreendente que, apesar de estar no mar durante décadas, que não se tenha desgastado significativamente (…) Ainda assim, a extensão total da sua durabilidade foi uma surpresa até para nós“, disse.

O especialista alerta ainda que estas peças podem tornar-se em pequenas partículas (microplásticos), que têm sido associadas a problemas nos ecossistemas marinhos.

“As peças que testamos foram suavizadas e descoloridas e algumas das estruturas fraturaram-se e fragmentaram-se, sugerindo que, para além das peças que permanecem intactas, outras há que se poderiam decompor em microplásticos”.

Por isso, frisou, é importante “que as pessoas descartem adequadamente os itens usados, garantindo que estes não apresentem problemas para o meio ambiente”, rematou.

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