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Crónica: Abril

Estamos numa fase incongruente do pensamento que, por isso,  nos coloca num quadro de muita fragilidade emocional.

O pretérito fim de semana trouxe-nos casos que se não fosse a gravidade dos mesmos, daí, extrairíamos um bom guião para uma comédia.

A patética assembleia de um prestigiado clube, Sporting Clube de Portugal, mostrou-nos o ridículo da subalternização perante populismos expressos publicamente e que, até ao momento não provocaram uma tomada de posição das nossas autoridades constitucionalistas.

Também e na mesma linha estiveram alguns momentos do congresso do PSD.

O PSD, por ser o maior partido de Portugal, pelo menos foi o mais votado nas últimas legislativas, não deve respeitar intervenções como algumas que aconteceram aonde o ódio, o discurso anti partidos o denegrir quem apoia os mesmos, manifestando alguns oradores uma arrogância, uma altivez moral que não se coaduna com os valores de Abril.

Abril, é a vitória de um Portugal de e para todos, não há neste país lugar a partidos vocacionados para exercer tarefas governativas e outros vocacionados para o protesto.

Foi um fim de semana que nos tem de deixar preocupados, tem de nos levar a uma profunda reflexão, porque há esta certeza histórica,  que quem não respeita, mais cedo ou mais tarde será desrespeitado.

Mas porque, também deu para extrair situações positivas, fica um aceno de simpatia para Almiro Moreira, eleito para o colégio de congressistas do PSD, há sempre a expectativa, pese os exemplos que temos tido não o abonem, de que Castelo de Paiva, possa sair beneficiado sempre que alguns dos seus filhos ocupe cargos relevantes.

Autor: Manuel Vieira

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