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Drácula é o maior e o mais forte pterodátilo encontrado até hoje

 

Há 9 anos, cientistas descobriram os ossos de uma nova espécie de pterossauro, com uma constituição física diferente de outras espécies já conhecidas. Os restos mortais permitiram demonstrar que Dracula é mesmo o maior e o mais forte pterodátilo encontrado até hoje.

Os pterossauros podem não ter respirado fogo como os dinossauros, mas com os seus membros fortes e esqueletos leves, foram os primeiros vertebrados a voar.

Ao contrário dos morcegos, que têm três dedos embutidos nas asas e um dedo livre para escalar, os pterossauros tinham um dedo alongado que formava a borda frontal de cada asa e três dedos expostos para correr e escalar.

Algumas espécies já conhecidas tinham rabos que os cientistas acreditam que foram usados para ajudar a manobrar, mas desapareceram à medida que os pterossauros evoluíram para pássaros maiores.

Em 2009, cientistas romenos descobriram os ossos de uma nova espécie de pterossauro na Transilvânia, e apelidaram-na de Drácula. Através dos fragmentos dos ossos encontrados, conseguiram reconstruir um modelo da criatura, que afirmam ser o maior o mais forte pterodátilo encontrado até hoje.

De acordo com os cientistas, esta criatura atingia os 3,5 metros de altura e cerca de 12 metros de envergadura. A reconstrução está agora em exibição como parte de uma nova exposição de pterossauros – “Imperadores dos Céus” – no Museu de Dinossauros Altmühltal em Denkendorf, na Alemanha. A exposição mostra também os ossos encontrados.

O pescoço era da largura de um homem adulto“, disse Mátyás Vremir, paleontologista e membro da Sociedade dos Museus da Transilvânia, citado pela Exame.

(dr) Axel Schmidt / Altmühltal Dinosaur Museum

Esta criatura atingia os 3,5 metros de altura e cerca de 12 metros de envergadura.

Os cientistas não têm a certeza se os pterossauros conseguiriam realmente voar. Segundo a informação introdutória da exposição, citada pelo Scientific American, não há provas científicas do contrário. No entanto, Drácula apresenta uma articulação no pulso que difere muito de outras espécies, o que pode significar que não foi feito para voar.

No entanto, um animal do tamanho de uma pequena aeronave no céu, seria certamente um espetáculo bonito de se ver (além de nos proporcionar sombras gigantescas em terra).

Fonte: ZAP