Esta sexta-feira, assinala-se em Portugal o Dia da Libertação dos Impostos, segundo o cálculo anual da consultora Deloitte a partir dos seus escritórios da Europa Central. 

Assinala-se esta sexta-feira o Dia da Libertação dos Impostos, a meta simbólica no calendário a partir da qual os contribuintes deixam de trabalhar para pagar impostos, segundo os cálculos da Deloitte, citados pelo Diário de Notícias.

Este ano, foram necessários 177 dias para que as famílias e as empresas portuguesas saldassem as suas contas com o Fisco e Segurança Social, mais 11 dias do que no ano passado. Na prática, é praticamente meio ano a trabalhar só para pagar impostos.

Na comparação europeia, Portugal ocupa o 17º lugar, surgindo a meio da tabela de 30 países. A lista é liderada pela Roménia, onde a carga fiscal consome apenas 122 dias de rendimento; e o marco vermelho é para a Dinamarca, onde só a 14 de agosto os contribuintes irão assinalar o primeiro dia de rendimentos livres de tributação.

O conceito tem origem nos Estados Unidos, mas tem vindo a ser calculado internacionalmente. Para apurar em que data se assinala este Dia da Libertação, é preciso comparar o volume de impostos e contribuições pagas relativamente ao rendimento nacional líquido. O rácio é, depois, traduzido para o conjunto de dias do ano.

Fonte: ZAP

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