Paulo Novais / Lusa

A pandemia fez disparar a corrida ao subsídio de desemprego que atingiu um recorde de 15 anos, segundo escreve o Jornal de Notícias.

De acordo com o matutino, que avança a notícia esta quarta-feira, entre abril e junho foram inscritos perto de 48 mil beneficiários nos centros de emprego de todo o país.

Os centros do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) registaram, no segundo trimestre, mais 47.886 beneficiários de prestações de desemprego.

Trata-se do segundo maior aumento trimestral, face aos primeiros três meses do ano, das séries oficiais que remontam ao início de 2000. De acordo com o Jornal de Notícias, é necessário recuar 15 anos para encontrar a uma subida maior.

Faro e Viana do Castelo foram os distritos onde o número de beneficiário deste apoio mais aumentou em junho: no distrito mais a sul do país, o número de pessoas apoiadas com prestações de desemprego triplicou, tendo sido registada uma subida de 200%.

Já na região de Viana do Castelo, o aumento foi de 82%.

Estimativas da consultora EY apontam que, no caso de uma segunda onda de covid-19 em Portugal, a taxa de desemprego no país possa atingir os 17,6% no final do ano. A OCDE apontou para 11,1% em 2020.

O Banco de Portugal tem número ligeiramente mais otimistas, prevendo que a taxa de desemprego atinja os 10,1% em 2020, diminuindo para 8,9% em 2021.


Fonte: ZAP

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