Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Berardo tentou vender as obras de arte que os bancos querem
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Economia - Berardo tentou vender as obras de arte que os bancos querem

Economia

Berardo tentou vender as obras de arte que os bancos querem

Last updated: 9 Abril, 2019 11:30
Redação
Share
SHARE

Manuel de Almeida / Lusa

Joe Berardo

Joe Berardo pediu a expedição para o Reino Unido de 16 obras que compõem a Coleção Berardo no ano passado. Apesar da saída dos bens ser temporária, admitia uma “eventual venda”. O Governo travou.

O acordo para a disposição daquelas obras impede a alienação até 2022. A coleção integra os bens que os bancos acreditam poder recuperar para minimizar as perdas com os empréstimos concedidos ao comendador, cuja dívida estará nos 980 milhões de euros.

Ao Expresso, a assessoria de imprensa do Ministério da Cultura disse que “enquanto vigorar o contrato de comodato, a Coleção Berardo não pode dispor dos bens culturais”, relativamente ao pedido feito para a expedição temporária de 16 obras que pertencem à Coleção Berardo.

A Associação Coleção Berardo, cujo presidente honorário é o empresário madeirense, fez uma “comunicação prévia” à Direção-Geral do Património Cultural a dar conta da expedição. Contudo, a resposta foi negativa. Não podiam sair do país.

A posição mereceu contestação da associação: não havia indicação das normas legais que fundamentavam a recusa, pelo que o despacho era “inválido”, padecendo o ato de “ilegalidade e de desvio de poder”.

“A Associação Coleção Berardo, enquanto vigorar o comodato, não pode dispor dos bens culturais objeto do pedido de expedição, uma vez que o contrato de comodato e a opção de compra concedida ao Estado lhe impedem a livre disposição dos mesmos bens”, foi a nova resposta do organismo público.

A Coleção Berardo enquadra-se no conjunto de bens sobre os quais “tem de haver comunicação prévia quando há a exportação e a expedição temporárias ou definitivas, ou temporárias com possibilidade de venda, dos quadros”, como define o regime da classificação e da inventariação dos bens móveis de interesse cultural.

Tudo se enquadra no facto de os 16 quadros pertencerem à Coleção Berardo “que aquela associação se obrigou a manter em comodato na Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Coleção Berardo pelo período de seis anos, renováveis automaticamente, a contar de 1 de janeiro de 2017”.

Até ao fim de 2022 está em vigor a união, em regime de comodato, que, como define o Código Civil, é um “contrato gratuito pelo qual uma das partes entrega à outra certa coisa, móvel ou imóvel, para que se sirva dela, com a obrigação de a restituir”. O protocolo vem de 2006, tendo sido alvo de uma adenda em 2016.

O Palácio Nacional da Ajuda deu vários argumentos para impedir a expedição daqueles bens. Por um lado, a associação não pode fazer uso dos quadros que deixou ao dispor do Estado.

Por outro lado, há uma limitação nos estatutos da Coleção Berardo no que diz respeito à “transferência de qualquer quadro da Coleção Berardo do Museu para qualquer outro local, exceto por razões de conservação, ou em conformidade com a política de empréstimos para exposições temporárias em museus e nos termos e condições em vigor em cada momento na Fundação para esse fim”.

É preciso o “voto favorável de quatro dos membros do conselho com direito a voto”. A administração é composta por dois representantes do Governo, dois escolhidos por Berardo e um de comum acordo.

A adenda feita ao protocolo em 2016 “confere ao Estado o direito de opção de compra da Coleção Berardo, no seu todo, no termo da vigência do comodato ou da sua última renovação”.

A Coleção Berardo, que integrava 1.084 obras de arte no final de 2017, é a parcela de bens do empresário para a qual a banca tem olhado com o intuito de recuperar parte dos montantes emprestados. Os bens culturais foram dados como garantia adicional quando o valor das ações garantidas afundou.

O comendador está na lista dos grandes devedores dos grandes bancos – CGD, BCP e Novo Banco. São créditos obtidos tanto a nome individual como de entidades que lidera. A dívida conjunta de Berardo aos bancos aproxima-se dos 980 milhões de euros.

As explicações do empresário deverão ficar para a terceira comissão parlamentar de inquérito à CGD, a segunda à gestão do banco, que está em curso. Ainda não há data, já que não será possível ouvir todas as personalidades convocadas até junho, quando os trabalhos têm de terminar.

Fonte: ZAP

TAGGED:BancaBCPCGDDestaqueEconomiaJoe BerardoNacionalNovo Banco
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article João Ataíde é o novo secretário de Estado do Ambiente
Next Article Professores pressionam governo com pedidos de pré-reforma em massa
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Embaixador de Portugal em Marrocos assinala primeiro mês em funções com agenda institucional em Rabat

O embaixador de Portugal em Marrocos, Luís Faro Ramos, assinalou o primeiro mês de funções com uma agenda de contactos…

Federação das Associações da Diáspora vai anunciar rede de “mandatários internacionais” durante encontro em Viseu

A cidade de Viseu recebe, nos dias 8 e 9 de agosto,…

Porto: Câmara Portuguesa de Comércio em Minas Gerais participou em debate sobre as relações económicas entre Brasil e Portugal

Em parceria com a Associação Empresarial de Portugal (AEP), a Câmara Portuguesa…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Há uma doença rara que nos faz amar (literalmente) toda a gente

(CC0/PD) StockSnap / Pixabay Provavelmente nunca ouviu falar, mas há uma doença rara que nos faz amar toda a gente.…

Roubar um Tesla é fácil (e a culpa é da chave)

Os mesmos investigadores que descobriram como clonar uma chave de um Tesla Model S repetiram o feito, depois de a…

Tancos. Comissão de Inquérito do CDS exige saber “atos” e “omissões” do Governo

José Sena Goulão / EPA Centristas querem que comissão de inquérito a Tancos “apure tudo” – do funcionamento do ministério…

Lagarde muda regras do jogo. BCE vai comprar toda a dívida emitida pelos países da Zona Euro

Stephen Jaffe / International Monetary Fund / Flickr Christine Lagarde O Banco Central Europeu (BCE) mudou as regras do jogo…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?