Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Centeno pede “mente aberta” em busca de solução comum para dívida
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Coronavírus - Centeno pede “mente aberta” em busca de solução comum para dívida

CoronavírusEconomia

Centeno pede “mente aberta” em busca de solução comum para dívida

Redação
Last updated: 22 Abril, 2020 14:30
Redação
Share
SHARE

Manuel de Almeida / Lusa

O presidente do Eurogupo defendeu hoje que se deve deixar as “velhas linhas vermelhas”, e acordar uma “solução comum” para gerir o peso da dívida associado à recuperação da economia.

O presidente do Eurogupo defendeu hoje que os Estados-membros devem deixar as “velhas linhas vermelhas” e concentrarem-se em acordar uma “solução comum” para gerir o peso da dívida associado ao indispensável plano de recuperação da economia europeia.

“Devemos afastar-nos do caminho batido das velhas linhas vermelhas e concentrar-nos no que quer que funcione para resolver o problema. Necessitamos de um plano de estímulo considerável da UE e de uma solução comum para gerir o consequente peso da dívida”, advogou Mário Centeno, numa audição, por videoconferência, com a comissão de Assuntos Económicos do Parlamento Europeu, sobre a resposta económica à pandemia covid-19.

Dando conta do ‘pacote’ acordado recentemente pelo Eurogrupo num montante global de mais de 500 mil milhões de euros — entre as ‘redes de segurança’ para os Estados, empresas e trabalhadores -, e congratulando-se por o mesmo não envolver dinheiro dos contribuintes, o presidente do fórum de ministros das Finanças da zona euro sublinhou que “não restam dúvidas de que mais será necessário” para a Europa fazer face à difícil missão de reconstruir as suas economias.

Referindo-se então ao fundo de recuperação de que a Europa terá de se dotar, o ministro das Finanças português lembrou que o Eurogrupo “reconheceu o papel central que um Quadro Financeiro Plurianual — o orçamento da UE — deve desempenhar neste contexto”, e apontou que sobre dois aspetos há consenso: este instrumento assegurará solidariedade para com os países mais afetados e ajudará a disseminar ao longo do tempo os custos extraordinários da crise.

“Isto não impede que sejam necessárias mais discussões sobre as características exatas de um fundo deste tipo”, prosseguiu, admitindo que, “em particular sobre a questão do financiamento, as opiniões ainda diferem”.

Apontando que “alguns Estados-membros têm defendido a emissão de dívida comum”, Mário Centeno argumenta que uma reunião de recursos dessa forma permitiria “dar um forte ímpeto à recuperação e evitar maiores pressões sobre as finanças públicas dos Estados-membros mais afetados”.

“Embora existam Estados-membros preocupados com qualquer forma de mutualização da dívida, isso não significa que contestem a necessidade de medidas extraordinárias para apoiar a recuperação”, declarou.

Mário Centeno deixou então o apelo a que os Estados-membros deixem de lado as suas tradicionais posições irredutíveis, as chamadas ‘linhas vermelhas’, de modo a que seja possível chegar a soluções práticas e do interesse de todos.

“O que importa agora é que mantenhamos uma mente aberta e continuemos a visar um elevado nível de ambição quando se trata do Fundo de Recuperação e do próximo Quadro Financeiro Plurianual”, reforçou.

O presidente do Eurogrupo sugeriu como “possível parte” da resposta europeia o instrumento orçamental para a convergência e competitividade (BICC, na sigla em inglês), no qual o Eurogrupo trabalhou nos últimos dois anos, mas necessariamente “repensando a sua dimensão”.

“O BICC permitiria uma forma de governação compartilhada, um grau de flexibilidade e complementaridade com outras políticas, o que parece apropriado no contexto atual.

Os Estados-Membros poderiam fornecer orientações estratégicas sobre as prioridades das despesas e participar no acompanhamento da implementação, respeitando plenamente as competências da Comissão e do Parlamento, sustentou.

A terminar, Centeno garantiu aos eurodeputados que tomou “boa nota” das posições recentemente assumidas pelo Parlamento Europeu sobre a resposta económica e social à crise provocada pela pandemia da covid-19, designadamente a defesa de um orçamento plurianual da UE mais robusto e a das chamadas “recovery bonds”, ou obrigações de recuperação.

Na semana passada, o Parlamento Europeu defendeu a emissão de obrigações de recuperação garantidas pelo orçamento da União Europeia (UE), sem implicar a mutualização da dívida existente, mas centrada em investimentos futuros, para recuperação económica dos países pós-pandemia.

Na quinta-feira, os chefes de Estado e de Governo da União Europeia voltam a celebrar uma cimeira por videoconferência, devendo pronunciar-se sobre o pacote de 500 mil milhões de euros acordado pelo Eurogrupo, mas também sobre o plano de recuperação da economia europeia, cujos contornos continuam em aberto, tendo os ministros das Finanças passado esse ‘dossiê’ aos líderes.

A grande questão passa pelo financiamento deste plano de recuperação. Defendida por muitos, sobretudo no sul da Europa, a ideia de emissão de títulos de dívida conjunta — ‘eurobonds’, chamados atualmente de ‘coronabonds’ por visarem a crise provocada pela pandemia — continua a conhecer forte resistência por parte dos países que sempre se opuseram à mutualização da dívida, com a Holanda e Alemanha à cabeça.

O Governo português defendeu que o plano de recuperação da economia europeia deve ser parte do orçamento europeu, financiado por um empréstimo a contrair pela União Europeia e distribuído pelos Estados-membros sob a forma de subvenções.

“Portugal espera que o Conselho Europeu dê à Comissão Europeia um mandato político forte para que possa apresentar brevemente uma proposta de financiamento para o plano de recuperação económica e social de que a Europa vai necessitar”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, após uma reunião com os parceiros sociais sobre a cimeira europeia de quinta-feira.

Fonte: ZAP

TAGGED:CoronavirusDestaqueEconomiaUE
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article “Covid shot tax”. Ex-governante português propõe novo imposto para os cidadãos europeus ajudarem a pagar a crise
Next Article Bancos foram ao Parlamento prestar contas. CGD retém 300 milhões do Estado e Macedo não abdica do seu bónus
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

19 − nine =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Furtos na Secundária: Câmara de Castelo de Paiva reage, mas famílias contestam tese de “caso isolado”

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva quebrou o silêncio sobre os recentes furtos na Escola Secundária. Em comunicado, o…

EUA Reformulam Sistema de Acreditação do Ensino Superior para Valorizar Estudantes e Profissionais

Por Gabriel Lopes O Departamento de Educação dos Estados Unidos anunciou, a…

Pavilhão Rota dos Móveis acolhe Final Sub-16 de Basquetebol com entrada gratuita

O Pavilhão Rota dos Móveis, em Lordelo, no concelho de Paredes, vai…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Bruxelas admite que tem sido “um pouco pessimista” com Portugal

European Parliament / Flickr Pierre Moscovici Pierre Moscovici admitiu que as previsões económicas da Comissão Europeia para Portugal pecaram por…

Mais de meio século após a última escavação, uma nova Pompeia fascina os arqueólogos

(dr) Superintendência de Pompeia Uma das paredes da Casa de Júpiter Mais de meio séculos depois da última escavação, Pompeia…

Cientistas chineses encontram coronavírus no sémen de infetados

Alissa Eckert / CDC SARS-CoV-2, o coronavírus que causa a Covid-19 Cientistas chineses detetaram o novo coronavírus no sémen de…

Câmara de Estremoz tem meio milhão de euros de faturas de água por cobrar

ivoanastacio / Flickr Câmara Municipal de Estremoz O presidente da Câmara Municipal de Estremoz tem sido acusado pelos vereadores do…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

eleven + 10 =

Lost your password?