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Em entrevista ao JN, Gonçalo Rocha defende que “Não se pode fazer do confinamento um motivo de convívio familiar dentro de portas”

“Não se pode fazer do confinamento um motivo de convívio familiar dentro de portas”, refere Gonçalo Rocha, presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva e também da comunidade intermunicipal do Tâmega e Sousa.

Na mesma entrevista, Gonçalo Rocha defendeu ainda “uma mudança de atitude da população servida pelo Hospital Padre Américo, em Penafiel, recusando que o confinamento se transforme em convívio familiar, e defendeu a aplicação de penalizações.”.

Gonçalo Rocha pediu ainda o “reforço dos serviços públicos na Saúde Primária, com mais pessoas no atendimento presencial, no contacto com os utentes, porque muitas situações estão a ser encaminhadas para as urgências dos hospitais centrais”.

Preocupado com o aumento de casos na região diz que : “pedi a realização de testes em zonas mais próximas das populações, situação que tem criado constrangimentos muito sérios, sobretudo a quem tem poucos recursos para se deslocar aos pontos de testagem” e “reforçar com meios humanos as autoridades de saúde local”, insistindo com o governante que terá de haver “condições para que o sistema, ao nível do Centro Hospitalar, funcione e, mesmo com outros hospitais a apoiar, dar resposta a quem precisa de aceder ao Serviço Nacional de Saúde”.