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Ministra da coesão territorial entregou ontem, casas reconstruídas em Castelo de Paiva

As primeiras três habitações reconstruídas, na sequência do incêndio de outubro de 2017, que atingiu em força o concelho de Castelo de Paiva, foram ontem entregues Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa. O momento simbólico marca o culminar de um processo gerido pela CCDR-N, no contexto do Programa de Apoio à Reconstrução de Habitação Permanente (PARHP) e que teve a estreita colaboração da Câmara Municipal.

A governante, que esteve acompanhada pelo presidente da autarquia, Gonçalo Rocha, e de outros responsáveis municipais, procedeu à entrega de três habitações, de um total de dez que foram destruídas no território municipal, pelo terrível incêndio de 15 Outubro de 2017, e garantiu que até ao final do ano, deverá proceder à entrega das restantes.

À chegada, junto do edifício da Junta de Freguesia de Pedorido, Ana Abrunhosa evidenciou sentir-se feliz, por se concretizar um momento bom para as pessoas virarem a página e recomeçar a vida com nova vontade e outra esperança, assinalando o investimento estatal, tendo sublinhado também o empenho neste processo, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDRN) e, principalmente, da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, que garantiu aos agregados familiares atingidos pela tragédia, o acompanhamento e apoio de que necessitavam, enquanto as suas casas eram intervencionadas. Acentuou ainda, que o investimento governamental incidiu sobre a elaboração de projectos, as obras em si e o apetrechamento das moradias que foram reconstruídas.

Ontem foram entregues três habitações já reconstruídas, nomeadamente a Maria Ludovina Alves da Silva ( Gaído ), Maria de Fátima Machado Alves ( Oliveira do Arda ) e António da Silva Alves ( Almansor ), e todas localizadas na área da União de Freguesias do Couto Mineiro do Pejão.

Recorde-se que, o Programa de Apoio à Reconstrução de Habitação Permanente (PARHP) é uma medida aprovada pelo Governo destinada a apoiar as pessoas singulares e os agregados que viram as suas habitações danificadas ou destruídas por incêndios ocorridos naquele ano, em vários concelhos das regiões Norte e Centro do país.

Ao todo, nesta fase de intervenção, no âmbito do PARHP, são uma dezena de habitações que estão a ser totalmente reconstruídas, num investimento de cerca de 1 milhão de euros, e conforme tinha garantindo a governante na sua primeira passagem pelo concelho, espera-se que, muito em breve as novas casas sejam todas entregues aos seus proprietários.

O edil paivense Gonçalo Rocha constatou a alegria das famílias contempladas com nova habitação, e mostrou-se satisfeito por ver estas habitações a ser recuperadas em tempo útil, permitindo que esta gente, que viveu um período difícil após a tragédia deste terrível incêndio, que afectou mais de 60% do território paivense, voltem a ter condições de habitabilidade e possam ganhar alegria de viver, prosseguindo com as suas vidas com mais esperança e dignidade e voltem a ter o conforto de um lar na sua terra.

O concelho de Castelo de Paiva foi, na Região do Norte, o mais fustigado pelos incêndios de 2017, e sob coordenação da CCDR-N estão, igualmente, outros processos de reconstrução total ou parcial, noutros concelhos, sendo que é competência das CCDR, no respectivo âmbito territorial, a gestão e a coordenação global da aplicação dos apoios previstos no PARHP, incluindo a condução dos procedimentos necessários à sua atribuição, bem como a gestão das disponibilidades financeiras.

Casa reconstruída em Oliveirta do Arda/Divulgação
Casa reconstruida em Gaído/Divulgação
Casa reconstruída em Almansor/Divulgação

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