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Home - Ciência - “Covid persistente” atinge cerca de 20% dos curados (mas não recuperados)

CiênciaCoronavírusMundoSaúde Pública

“Covid persistente” atinge cerca de 20% dos curados (mas não recuperados)

Redação
Last updated: 30 Outubro, 2020 20:00
Redação
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Mohamed Hossam / EPA

Um novo estudo britânico indica que vários pacientes podem apresentar sintomas e sequelas durante vários meses, mesmo depois de testarem negativo. Os casos de “covid persistente” afetam maioritariamente mulheres e idosos.

Há ainda muito por descobrir sobre o novo coronavírus. São muitas as questões para as quais a comunidade científica ainda não tem resposta. Contudo, as conclusões de um estudo recente demonstram uma novidade em relação à doença: nem todos os pacientes infetados que se curam ficam recuperados.

Isto significa que mesmo após os doentes testarem negativo, entre 10% a 20%  desenvolvem uma forma de “covid persistente”, situação em que os sintomas e as sequelas podem permanecer durante vários meses.

Segundo o El País, as situações mais extremas da “covid persistente” podem fazer com que a fadiga e os problemas respiratórios se mantenham até sete meses em pessoas que já tinham sido consideradas curadas.

As mulheres constituem a maioria destes casos e têm uma probabilidade 50% superior de contrair “covid persistente”. Por sua vez, os idosos com mais de 70 anos têm um risco duplicado de cura desprovida de recuperação total. Também os assintomáticos são mais suscetíveis a estas sequelas.

Uma outra conclusão do estudo é que muitos dos pacientes que sofrem de “covid persistente” nem sequer foram internados em unidades hospitalares após terem sido infetados, ou seja, provavelmente trata-se de doentes que não tiveram numa situação muito frágil, e onde o vírus se manifestou com sintomas mais leves.

A análise de mais de 4.000 doentes do Reino Unido, Suécia e Estados Unidos confirma que 38% deles conseguiram recuperar-se em seis dias. No entanto, 558 pacientes (13,3%) ainda apresentavam problemas após quatro semanas da suposta cura.

Destes, mais de um terço ainda referiu sentir sintomas aos 56 dias seguintes. Uma pequena parte das pessoas que colaboraram no estudo (2,5%) teve ainda sintomas por mais de três meses.

Os sintomas mais proeminentes são problemas respiratórios, fadiga, ou dor de cabeça. Outras manifestações que prevalecem passam pelo zumbido e dor de ouvidos, perda de memória ou sensações corporais incomuns, como alfinetes a espetar ou dormência.


TAGGED:Ciência & SaúdeCoronavirusMundoReino UnidoSaúde Pública
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