Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Estudo mostra o que aconteceria se EUA e Rússia começassem uma guerra nuclear
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Ciência - Estudo mostra o que aconteceria se EUA e Rússia começassem uma guerra nuclear

CiênciaMundo

Estudo mostra o que aconteceria se EUA e Rússia começassem uma guerra nuclear

Last updated: 26 Agosto, 2019 9:00
Redação
Share
SHARE

TD Teacher Dude’s BBQ /Flickr

Se as duas potências mundiais partissem para uma guerra nuclear, isso faria com que tivéssemos de enfrentar um inverno nuclear que duraria pelo menos uma década e que afetaria todo o globo.

Investigadores norte-americanos da Universidade Rutgers, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas (NCAR) e da Universidade do Colorado realizaram algumas simulações para descobrir o que aconteceria se os Estados Unidos e a Rússia se atacassem com todas as armas nucleares que atualmente possuem.

De acordo com o Science Alert, uma guerra nuclear entre estas duas potências mundiais iria mergulhar o planeta num inverno nuclear, com nuvens de fuligem e fumo por todo o lado. Globalmente, as temperaturas cairiam uma média de nove graus Celsius, devido à falta de luz solar.

O novo modelo corrobora um dos melhores modelos já existentes, publicado em 2007. Ambos preveem um inverno nuclear que duraria vários anos, mais de 30% de redução global na precipitação nos primeiros meses e uma nuvem de fumo que chegaria primeiro ao Hemisfério Norte e, de seguida, ao Hemisfério Sul.

De acordo com o novo relatório, publicado em julho na revista Journal of Geophysical Research: Atmospheres, a nuvem de fumo duraria mais tempo, de acordo com a versão 4 do Modelo de Clima da Comunidade da Atmosfera Total (WACCM4) usada pelos cientistas. Seriam libertadas pelas explosões nucleares cerca de 150 megatoneladas de fuligem.

Esta nuvem iria cobrir o Hemisfério Norte numa semana e todo o planeta dentro de duas semanas, reduzindo assim os níveis de luz na superfície. Posteriormente, demoraria cerca de três anos para a luz na superfície da Terra voltar a 40% do seu nível pré-guerra.

A equipa utilizou dados de incêndios florestais, erupções vulcânicas e detonações de bombas nucleares anteriores para mapear as enormes mudanças no clima, que incluiriam perdas agrícolas “devastadoras”, mudanças nos padrões do vento e o fim das monções de verão.

Este manto de nuvens, ao espalhar e absorver a radiação solar, levaria cerca de uma década para se dispersar, mostra também esta nova simulação. Porém, os níveis de fumo lançados na atmosfera seriam de uma “ordem de magnitude menor” do que aqueles que levaram à extinção dos dinossauros, por isso, os cientistas deixam em aberto a possibilidade de podermos conseguir recomeçar, caso algo deste género aconteça.

TAGGED:Ciência & SaúdeDestaqueEUAGuerraMundoRússia
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Ainda há esperança. Corais do Atlântico reproduziram-se pela primeira vez em laboratório
Next Article Uma luz de esperança para a Europa. O elogio do Financial Times a Portugal e ao “sagaz Costa”
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva divulga programação cultural e desportiva entre 12 e 19 de março

O Município de Castelo de Paiva apresentou a programação “Paiva em Agenda”, que reúne um conjunto variado de iniciativas culturais,…

Castelo de Paiva recebe iniciativa “Med On Tour” com exames cardiovasculares gratuitos

O Município de Castelo de Paiva vai acolher, nos próximos dias, o…

Falha na rede elétrica deixa parte de Castelo de Paiva sem luz

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva divulgou na manhã desta quinta-feira,…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Descoberta cratera gigante cheia de gelo em Marte

FU Berlin / DLR / ESA Uma enorme cratera cheia de gelo na superfície de Marte foi revelada em imagens.…

Carreiras muito longas: 15 mil portugueses já pediram reforma antecipada

derekmindler / Flickr Nos últimos dez meses, a Segurança Social recebeu e deu parecer favorável a mais de 15 mil…

Chegou a haver “encostos”. E foi João Soares quem separou deputados do PS às turras

oscepa / Flickr O ex-ministro da Cultura, João Soares Os deputados do PS Ascenso Simões e Joaquim Raposo envolveram-se em…

Baratas podem se tornar impossíveis de matar, dizem especialistas

De acordo com um estudo da Universidade de Purdue, localizada em West Lafayette, Indiana, é uma universidade norte-americana que descobriu…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?