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CiênciaMundo

Restos de bombas nazis descobertos numa floresta do Reino Unido

Redação
Last updated: 7 Novembro, 2018 10:45
Redação
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Arqueólogos descobriram os restos de uma “bomba voadora” V1 nazi que caiu e explodiu numa floresta em 1944 a caminho do alvo em Londres.

Durante a escavação, foram encontradas várias peças de metal da bomba não tripulada V1, antecessora dos mísseis da atualidade. Foi uma das milhares de “armas de retaliação”, lançadas pela Alemanha nazi nos últimos meses da 2ª Guerra Mundial.

O líder do projeto, Colin Welch, disse à Live Science que quase 10 mil bombas voadoras V1 foram disparadas, principalmente de rampas de lançamento na Holanda contra o sudeste da Inglaterra em 1944 e 1945.

A bomba escavada numa floresta perto de Ashford, em Kent, no mês passado caiu antes de chegar a Londres. Na época, os pilotos de aviões  tornaram-se peritos em derrubar bombas voadoras, tendo destruído muitas V1.

Porém, muitos dos chamados doodlebugs, ou buzz bombs, atingiram os alvos, matando mais de seis mil pessoas no Reino Unido e ferindo dezenas de milhares em poucos meses. As bombas causaram ainda grandes danos e incendiaram edifícios.

As armas de retaliação da Alemanha nazi

As bombas voadores V1 tinham uma envergadura de cinco metros e uma carga explosiva com 850 quilogramas, de acordo com o Museu do Império e da Guerra, em Londres. As V1 eram normalmente lançadas de uma rampa e alcançavam uma velocidade máxima de 640 quilómetros por hora.

Colin Welch explicou que o barulho feito pelas bombas era muito temido em todo o sudeste da Inglaterra, especialmente se o som “baixo e distinto” parasse, uma vez que isso significava que a arma estava no seu mergulho final, caindo e explodindo no alvo.

Cada V1 tinha um sistema de orientação movido a ar comprimido e podia percorrer uma distância de até 240 quilómetros, o suficiente para atingir alvos no sudeste da Inglaterra vindos de partes ocidentais do continente europeu.

Adolf Hitler disse que as V1 foram usadas ​​em resposta a bombardeamentos devastadores em cidades alemãs como Hamburgo, onde mais de 35 mil pessoas foram mortas em poucos dias em 1943.

Pilotos dos Aliados aprenderam a combater as bombas, poucos meses depois de a primeira V1 ter sido lançada. O estudo de Welch mostrou que a bomba escavada no mês passado foi abatida a 6 de agosto de 1944 por Józef Donocik, um piloto polaco.

Colin Welch / Research Resource

O regulador de combustível da bomba V1 e um motor do sistema de orientação

Colin Welch e o irmão Sean gerem o Research Resource, uma equipa de arqueólogos privados que realizou vários projetos relacionados com a guerra em Kent.

Para o arqueólogo, o maior desafio das recentes escavações de restos de bombas V1 é a conservação das partes metálicas. A maior parte do aço usado na construção já foi corroído no solo húmido e ácido, mas algumas partes de alumínio resistiram.

Welch e o irmão pretendem agora criar um museu online com as suas escavações e com armas virtuais, que incluiria modelos 3D dos artefactos recuperados

e informações históricas sobre a guerra. “Esta é a nossa história e tem que ser documentada de alguma forma responsável”, rematou.

TAGGED:2ª Guerra MundialArqueologiaCiência & SaúdeDestaqueHistóriaMundoReino Unido
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