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Rio Tinto, Gondomar, terá posto dos CTT perto da estação que vai encerrar

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CTT(DI)

A freguesia de Rio Tinto, concelho de Gondomar, na qual está previsto fechar uma estação de correios, terá um novo posto de CTT “numa localização bem próxima do atual”, indicou hoje o presidente da câmara, Marco Martins.

Em declarações à agência Lusa após uma reunião com a administração dos CTT, Marco Martins transmitiu que “é definitiva a decisão de encerramento da loja da Areosa, mas será garantido o serviço prestado”.

“A decisão [de encerramento] é irreversível. Mas após uma longa discussão, conseguimos a garantia de que só fechará quando houver naquela área geográfica uma alternativa de um posto que garanta a totalidade de serviços postais”, descreveu Marco Martins.

O autarca apontou que a entrega de correspondência, entrega e levantamento de encomendas, correio registado e o pagamento de vales serão alguns dos serviços do novo posto que deverá nascer, disse, “num raio de 100/200 metros próximo do atual”.

Para quarta-feira está marcada uma reunião de manhã entre a junta de Rio Tinto e os delegados locais dos CTT, a qual servirá para “avaliar locais alternativos para colocação de um posto”.

“Quisemos garantir que o serviço era prestado”, frisou o autarca.

No distrito do Porto está previsto o encerramento de quatro os balcões, sendo que o da Areosa fica em Gondomar, mas na fronteira com o Porto e com a Maia e numa estrada de acesso a Ermesinde, concelho de Valongo.

O encerramento do posto da Areosa já motivou reuniões pedidas pelo executivo PS da câmara e manifestações convocadas pelo PCP e Bloco de Esquerda, bem como vários comunicados, nomeadamente do PSD.

Os CTT confirmaram a 02 de janeiro o fecho de 22 lojas no âmbito do plano de reestruturação, que, segundo a Comissão de Trabalhadores dos Correios de Portugal, vai afetar 53 postos de trabalho.

A empresa referiu que o encerramento de 22 lojas situadas de norte a sul do país e nas ilhas “não coloca em causa o serviço de proximidade às populações e aos clientes, uma vez que existem outros pontos de acesso nas zonas respetivas que dão total garantia na resposta às necessidades face à procura existente”.

Em causa estão os seguintes balcões: Junqueira (concelho de Lisboa), Avenida (Loulé), Universidade (Aveiro), Termas de São Vicente (Penafiel), Socorro (Lisboa), Riba de Ave (Vila Nova de Famalicão), Paços de Brandão (Santa Maria da Feira), Lavradio (Barreiro), Galiza (Porto), Freamunde (Paços de Ferreira), Filipa de Lencastre (Sintra), Olaias (Lisboa), Camarate (Loures), Calheta (Ponta Delgada), Barrosinhas (Águeda), Asprela (Porto), Areosa (Porto), Araucária (Vila Real), Alpiarça, Alferrarede (Abrantes), Aldeia de Paio Pires (Seixal) e Arco da Calheta (Calheta, na Madeira).


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