As habitações construídas pelo padre Américo para albergar pobres em Penafiel estão obrigadas a pagar adicional ao imposto municipal sobre imóveis – o chamado imposto de luxo. A Fábrica da Igreja Paroquial de Paço de Sousa já disse que vai contestar em tribunal.

Depois de ter sido tributado com o imposto municipal sobre imóveis (IMI), o património da Fábrica da Igreja Paroquial de Paço de Sousa, em Penafiel, foi agora sujeito ao pagamento de adicional ao imposto municipal sobre imóveis (AIMI). As salas de catequese, a sala paroquial duas casas para abrigar pessoas carenciadas, tudo junto somará mais de 600 mil euros, o valor mínimo para aplicação do adicional ao imposto municipal sobre imóveis.

“É óbvio que a fábrica da igreja não dispõe de dinheiro, e se não houver atendimento fazemos o habitual recurso: vamos ter que pedir ao padre que disponha do dinheiro dele, para que depois ele seja ressarcido a medida que os crentes vão, porque a fábrica da igreja não tem qualquer rendimento fixo”, declarou António Lopes, diretor da Fábrica da Igreja Paroquial de Paços de Sousa.

Depois de alguma contestação, o governo cedeu, mas a situação volta a repetir-se dois anos depois com esse imposto adicional.

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