Gonçalo Rocha defendeu hoje, em entrevista ao Jornal de Notícias, que os funcionários das empresas afetadas pelo incêndio nas antigas instalações da Clarks deviam receber 100% do valor salarial.

Temos no âmbito das medidas normais o lay-off. Mas eu queria mais do que isso. Acho que temos um enquadramento especial e que poderia e deveria ser adotado o mecanismo que foi adotado em 2017, onde houve uma comparticipação na totalidade dos salários. Com essa medida os trabalhadores não perderiam 30% da sua remuneração.”, defendeu o autarca hoje em entrevista.

Essa situação seria a ideal mas, para que tal aconteça é necessário o apoio e colaboração da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. “Mas em geral o Estado é pessoa de bem e para situações semelhantes respostas semelhantes. De qualquer maneira, mesmo sem ser em situação de incêndio, a legislação normal prevê nestas situações proteção social às pessoas. Outra coisa é uma situação excecional como a de 2017”, esclarece Gonçalo Rocha.

O autarca aproveitou ainda, mais uma vez, a referir a estrema importância da questão das acessibilidades ao concelho referindo que “A variante à 222 é um anseio muito antigo e reclamado pelo concelho”.

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