Visita ZI Felgueiras CACE

Os Secretários de Estado Miguel Cabrita e João Neves, que representam os sectores do Trabalho/Formação Profissional e da Economia, estiveram hoje de visita ao CACE do Tâmega e Sousa, localizado em Castelo de Paiva, que acolhia um grande complexo empresarial, e que ontem, ao final da tarde, ficou completamente destruído, por um incêndio que deflagrou numa das seis unidades fabris ali instaladas.

     Depois de uma reunião nos Paços do Concelho, com o presidente Gonçalo Rocha e outros responsáveis municipais, onde foi traçado o diagnóstico desta nova desgraça que se abateu sobre o município paivense, os governantes estiveram na Zona Industrial de Felgueiras, em Sobrado, e tiveram a oportunidade de ver o índice de destruição que aconteceu, afectando várias empresas ligadas aos sectores do calçado, marroquinaria e panificação, representando cerca de 500 postos de trabalho.

Reunião com empresários nos Paços do Concelho

     Neste encontro, gizado para abordar a tragédia e a situação em que ficam estas empresas e os trabalhadores, marcaram presença diversos representantes do Instituto de Emprego e Formação Profissional, organismo que tutela o Centro de Apoio à Criação de Empresas, bem com o da Segurança Social e do IPMEI.

     O edil Gonçalo Rocha apelou aos representantes do Governo para ajudarem estas empresas a recuperar, a manter-se pró-activas, mesmo em soluções provisórias, até ser possível a reabilitação do edifício do CACE, porque o pior que pode acontecer é uma paragem da actividade, insistindo para ser, a exemplo dos incêndios de Outubro de 2017, implementado um tratamento especial para o concelho, um plano exclusivo que possa potenciar e agilizar os processos de recuperação e motivar os empresários a retomar a sua actividade o mais depressa possível, garantindo assim a manutenção dos postos de trabalho e a estabilidade de centenas de famílias.

     Recorde-se que o CACE é uma mais valia para o território, o autarca paivense mostra-se abalado com os prejuízos avultados que se registaram, atingindo empresas que tinham uma dinâmica empresarial   notável, destacando a preocupação social causada pela situação e a coragem de se enfrentar o problema, de modo a evitar casos de desemprego e perdas irreparáveis.

     A reunião dos governantes, responsáveis municipais e dos empresários atingidos, desenvolveu-se na perspectiva de se encontrarem soluções alternativas para minimizar problemas e ajudar as empresas a retomar a laboração, ainda que de forma provisória, dando sempre prioridade à empregabilidade dos trabalhadores afectados.

     Miguel Cabrita e João Neves mostraram-se muito sensibilizados face á gravidade da situação e comprometeram-se, num quadro de apoio imediato, a desenvolver esforços, em colaboração directa com a Câmara Municipal e os diferentes organismos do Estado, para que estas empresas possam ser auxiliadas a reerguer-se e a retomar a actividade laboral.

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