José Sena Goulão / Lusa

Pedro Delille e João Araújo, advogados de José Sócrates, durante um encontro com a imprensa

A defesa de José Sócrates no âmbito da Operação Marquês, bem como os vários processos que o ex-primeiro-ministro moveu contra órgãos de informação, por notícias relacionadas com o caso, custaram cerca de 750 mil euros. E a factura continua a aumentar com o arrastar do processo.

O número é avançada pela revista Sábado, segundo a qual a defesa de José Sócrates já custou, até agora, cerca de 750 mil euros. Este valor respeita aos diversos recursos apresentados no decurso da Operação Marquês, mas também os processos que o ex-primeiro-ministro moveu contra órgãos de informação, no seguimento de notícias publicadas sobre dados relativos ao caso.

A acusação tem mais de 4 mil páginas, com dezenas de volumes e apensos, e centenas de transcrições de escutas telefónicas. Isto torna o processo particularmente complexo, exigindo muito tempo de análise dos advogados. O Correio da Manhã realça que os advogados de Sócrates não cobram “menos de 300 euros” por hora.

O advogado João Araújo já não faz parte da defesa de Sócrates, depois de o ter representado durante três anos. O CM nota que as “discussões constantes terão ditado a ruptura e que “terá sido o antigo primeiro-ministro a dispensar o advogado”.

Pedro Delille, que se associou à defesa de Sócrates mais tarde, no decurso da investigação, continua como o principal representante do ex-governante.

José Sócrates tem como único rendimento declarado uma subvenção vitalícia de 2550 euros líquidos, fruto da sua passagem pelo Governo.

Fonte: ZAP

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