José Coelho / Lusa

Hospital de São João, Porto

Os ministros da Saúde e das Finanças assinaram um despacho que autoriza a administração do Hospital São João, no Porto, a lançar concurso para o projeto do novo centro pediátrico.

O Governo autorizou os administradores do Centro Hospitalar Universitário de São João a lançar um concurso para o projeto do novo Centro Pediátrico, que funciona desde 2008 em instalações provisórias.

Adalberto Campos Fernandes e Mário Centeno sublinham, no despacho publicado esta quarta-feira em Diário da República, ser urgente “garantir a melhoria da eficiência e das condições de conforto e privacidade para as crianças e pais“, que há cerca de uma década são atendidos em contentores.

O efeito é imediato, avança o Diário de Notícias. Assim, o Hospital São João pode agora lançar o concurso para “a conceção e projeto para as novas instalações do centro pediátrico”, que incluirá todas as valências, desde a neonatologia à oncologia.

O objetivo é melhorar e aumentar a capacidade da prestação de cuidados, uma situação que tem sido muito criticada nos últimos tempos. O ministro da Saúde teve de vir responder publicamente pela situação, mas o ministro das Finanças ainda não tinha decidido avançar com as obras.

Depois de uma enorme chuva de críticas, o despacho foi aprovado e publicado. O concurso para as obras na oncologia pediátrica poderão ter finalmente um projeto, mas o início das obras ainda não te prazo. Ainda assim, o primeiro passo já foi dado.

No despacho, o Governo lembra que em junho foram inauguradas as novas instalações do centro ambulatório pediátrico, que já fazem parte da conceção deste novo centro, e que integram o hospital de dia de oncologia pediátrica e a consulta externa do serviço de pediatria.

Além disso, o Governo adianta que as obras já realizadas representam um esforço financeiro de dez milhões de euros, não referindo a verbo que será disponibilizada para o resto do projeto.

O “Lugar para o Joãozinho” é, segundo o Observador, um projeto ambicioso que chegou a prever a construção de cinco pisos com mais de 10 mil metros quadrados, uma zona de lazer e uma escola para as crianças e jovens doentes. Há 10 anos, as crianças internadas foram colocadas em contentores para as obras avançarem, mas tal não aconteceu.

Fonte: ZAP

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