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Há males que vêm por bem: Filósofo paivense revela o que pode ser positivo nesta fase menos boa

Nesta fase menos boa pela qual estamos a passar, o Filósofo, Jornalista e Psicanalista, Fabiano de Abreu, explica-nos de que forma podemos tornar esta experiência em algo positivo.

Desde que fomos afetados pelo novo Covid-19, são muitos os portugueses que me questionaram sobre esta fase assim como a forma como irão ultrapassá-la se “tudo parar”.

Em entrevista, o Filósofo Paivense, refere que o papel do mesmo é pensar sempre no lado positivo das coisas. Refere que após o Covid-19 passar, o país ainda terá um período de crise pela frente mas esse também poderá ser um momento positivo.

Isso irá acontecer porque os portugueses irão integrar na sua rotina algo ao qual ainda não estão muito habituados, lidar com a internet, saber usá-la e serem internautas no verdadeiro sentido da palavra.

O filósofo acredita que isto poderá ajudar os portugueses ” a aprender a lidar com a internet” e dá ainda o exemplo da Alemanha, país muito desenvolvido tecnologicamente, onde as pessoas estão muito ligadas à internet. Esta situação faz com que a mesma esteja a superar bem esta fase pandémica.

“O Covid-19 não se propagou tanto porque as pessoas já estão habituadas a estar em casa, estão habituadas a estar na internet e recebem muita informação através da mesma, daí as pessoas perceberem logo a importância de ficarem em casa para o vírus não se propagar”, refere Fabiano.

“Uma vez que os outros países, mais desenvolvidos que Portugal, são bastante tecnológicos, as pessoas estão mais ligadas à internet e muitas já trabalham mesmo a partir de casa. Para eles agora não será difícil trabalhar a partir de casa, sendo que já o fazem em quase todo o tipo de trabalhos”, indica reforçado a ideia de que é essencial Portugal colocar-se ao nível dos outros países.

O mesmo acredita que este é um momento crucial para chegarmos ao mesmo nível dos outros países europeus na introdução do teletrabalho e, dessa forma, contornar a crise e sustentar a economia.

“A crise que advém do coronavírus vai matar mais pessoas do que o próprio vírus, isso é facto pelas consequências”, acredita o filósofo, contudo o mesmo prefere pensar naquilo que será positivo.

Desta forma, o novo Covid-19 servirá, segundo o filósofo paivense, para aprendermos a ser internautas, a usar a internet a nosso favor, uma vez que é o futuro e evitar que um dia se volte a sofrer consequências como as que vamos sofrer. “Os portugueses devem, neste momento de quarentena, procurar aprender mais sobre a internet e como usá-la a favor dos seus negócios”, finaliza.

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