Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Candidatos a guardas espancados por instrutores. GNR e MAI estão a investigar
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - País - Candidatos a guardas espancados por instrutores. GNR e MAI estão a investigar

País

Candidatos a guardas espancados por instrutores. GNR e MAI estão a investigar

Last updated: 3 Dezembro, 2018 14:00
Redação
Share
SHARE

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=W9qPGQNyZtA?feature=oembed&w=700&h=394]

Narizes partidos, lesões oculares e desmaios. Assim, ficaram dez candidatos a agentes da GNR que terão sido espancados por instrutores durante o curso de formação em Portalegre. A GNR e a Inspecção Geral da Administração Interna estão a investigar.

O caso começou por ser divulgado pelo Jornal de Notícias (JN) que salienta que dez candidatos a guardas da GNR ficaram com mazelas como “fracturas, perda de sentidos e até lesões oculares” depois de terem sido, alegadamente, agredidos por instrutores, durante o curso de formação em Portalegre.

Estes candidatos terão necessitado de receber tratamento hospitalar e alguns terão sido mesmo sujeitos a intervenções cirúrgicas.

A GNR não confirma os detalhes, mas reconhece a “ocorrência” e revela que “foi determinado um processo de averiguações, que não está concluído”, como afirmou à agência Lusa o porta-voz do Comando Nacional da GNR, Hélder Barros.

O Ministério da Administração Interna (MAI) ordenou também à Inspecção Geral da Administração Interna a abertura de um inquérito sobre o alegado espancamento, para “apuramento dos factos e determinação de responsabilidade“.

Em comunicado, o MAI refere que o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, “pediu esclarecimentos ao Comando Geral da GNR sobre os factos”, salientando que a confirmarem-se, “não são toleráveis numa força de segurança num Estado de Direito democrático”.

Em declarações ao Público, o porta-voz da GNR frisa que o processo de averiguações foi aberto a 13 de Novembro, e que os formandos envolvidos já regressaram ao curso.

O JN avançou que os recrutas “têm medo de fazer queixa-crime contra” os alegados “instrutores agressores”, por temerem sofrer represálias, nomeadamente em termos da carreira profissional.

“Agressões deliberadas e constantes”

O presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG), César Nogueira, relata ao Público que “os relatos” que chegaram à entidade “apontam para entre oito e dez instruendos assistidos no hospital, um deles sujeito a uma pequena intervenção cirúrgica na vista”, e “retratam casos de agressões deliberadas e constantes“.

“Mesmo depois de os instruendos estarem no chão continuaram a ser agredidos”, frisa César Nogueira, notando que “enquanto as agressões decorriam, os formadores ainda se riam do que estava a acontecer”.

Tudo terá acontecido durante o módulo de formação no uso do bastão extensível, e os formandos “terão sido agredidos com pontapés na face e socos no nariz”, como relata o JN.

Em vídeos divulgados na Internet, é possível ver que neste tipo de treino da GNR, os formandos utilizam apenas um bastão, que será composto por PVC revestido a esponja ou borracha, enquanto o instrutor aparece equipado com um fato de protecção.

O presidente da APG lamenta também no Público que os instruendos, que terão “vinte e poucos anos”, não terão a “experiência” necessária para um treino que é reconhecidamente duro.

“Estes formadores são alferes saídos da Academia Militar, que nunca tinham dado aquela formação antes e garantidamente nunca utilizaram o bastão numa situação operacional”, destaca César Nogueira.

O dirigente da APG também frisa que os formandos estão numa situação de “especial vulnerabilidade” porque “se fizerem queixa de um oficial que está a avaliar podem estar a comprometer a sua entrada na GNR“.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaquegnrNacionalsegurançaviolência
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article “PS já ganhou eleições de 2019. Mas sem maioria, corre risco de cair em 2021”
Next Article Dívida pública acima de 251 mil milhões de euros volta a bater recordes
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva divulga programação cultural e desportiva entre 12 e 19 de março

O Município de Castelo de Paiva apresentou a programação “Paiva em Agenda”, que reúne um conjunto variado de iniciativas culturais,…

Castelo de Paiva recebe iniciativa “Med On Tour” com exames cardiovasculares gratuitos

O Município de Castelo de Paiva vai acolher, nos próximos dias, o…

Falha na rede elétrica deixa parte de Castelo de Paiva sem luz

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva divulgou na manhã desta quinta-feira,…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Dois novos casos de sarampo, número de infetados sobe para 78

De acordo com este organismo do Ministério da Saúde, dos 78 casos confirmados, 65 estão já curados, encontrando-se 29 casos…

Segurança Social disponibiliza linhas de apoio às populações afetadas pelos incêndios

Filipe Farinha / Lusa A Segurança Social disponibiliza, a partir desta terça-feira, quatro linhas telefónicas específicas para apoiar as populações…

Relações familiares no Governo provocam terceira demissão

João Ruivo / Facebook João Ruivo O marido da secretária de estado da Cultura, João Ruivo, pediu a demissão depois…

Autor de proposta de “passadeira arco-íris” desfilia-se do CDS

Rodrigo Antunes/ Lusa A presidente do Partido Popular (CDS/PP), Assunção Cristas Vítor Teles, membro do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?