Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Francisco George: “A greve não é um direito para médicos e enfermeiros”
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Greve - Francisco George: “A greve não é um direito para médicos e enfermeiros”

GrevePaís

Francisco George: “A greve não é um direito para médicos e enfermeiros”

Redação
Last updated: 18 Abril, 2019 13:45
Redação
Share
SHARE

Arno Mikkor / Wikimedia

Presidente da Cruz Vermelha, Francisco George

O presidente da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), Francisco George, disse esta quinta-feira que é contra as greves de médicos e enfermeiros, considerando que este “não é um direito” para os profissionais de saúde em causa. 

Em entrevista ao jornal Público e à Rádio Renascença, o antigo diretor geral da Saúde disse não concordar com este tipo de paralisações, defendendo que as greves nesta área prejudicam os doentes, e não as entidades patronais.

“Não concordo. Não concordo com paralisações nem de médicos nem de enfermeiros”, começou por dizer. “Não fazem sentido, Não podem existir. Sou a favor de movimentos grevistas, quando são justos, e sobretudo quando são contra patrões”.

“Acontece que o doente não é o patrão do grevista. E esta é que é a grande diferença. O grevista lesa o patrão, mas quando o grevista é médico ou enfermeiro não está a lesar o patrão, está a lesar o doente. Nenhum doente, a meu ver, devia ser molestado, devia ser desassossegado quando vai a uma consulta e vê que há greve. E depois são mais seis meses. Isto é inaceitável, intolerável no plano de ética que eu observo”, sustentou.

Para Francisco George, “a greve não é um direito para médicos e enfermeiros”, porque “quem é prejudicado não é o patronato, é o doente”, vincou, confessando-se mesmo “chocado” com as paralisações dos últimos meses.

Na mesma entrevista, e depois de recusar apontar os ministros com que trabalhou que mais se destacaram, o presidente da CVP deixou elogios à atual ministra da Saúde, Marta Temido, adiantando ser “muito amigo” da governante.

“A resposta é muito positiva à pasta que tem, com as dificuldades que tem. Há poucas mulheres jovens como ela, com capacidade intelectual, de conhecimento, para gerir uma pasta como a da Saúde. Durante três anos em que trabalhámos juntos no Ministério da Saúde, eu como diretor-geral e ela presidente da Administração que geria nove mil milhões de euros por ano, que geriu de forma absolutamente vertical e notável”, disse.

“Defendo mais do que o fim” da ADSE

Questionado sobre o eventual fim do sistema de saúde da função pública, Francisco George afirma que defende “mais do que o fim” da ADSE.

“A ADSE devia ter sido dissolvida em 1979, quando os outros subsistemas foram. A ADSE é criada por Salazar em 1963, numa altura em que os funcionários públicos ganhavam muito pouco, mas Salazar não queria que fossem mendigos. E então arranjou ali uma forma de terem acesso a médicos privados. Surge assim o seguro para os funcionários públicos poderem ir a médicos privados e não terem que ir ao hospital público”, afirmou.

Contudo, explica, o panorama e o acesso à saúde em Portugal mudaram, havendo agora mais meios e hospitais ao serviço da função pública.

“Aliás, na altura nem havia Serviço Nacional de Saúde nem sequer hospitais… Este sistema existiu numa altura em que os funcionários públicos não tinham outros meios e os hospitais não existiam. Hoje temos um serviço que cobre o litoral, o interior, o norte, o sul, as regiões autónomas e os funcionários públicos não são o mesmo”, defendeu.

“Repare: 600 milhões de euros para pagar a serviços privados prestados pelos médicos que vêm do público e fazem umas horas no privado. Com a agravante de os hospitais privados terem ido buscar os melhores…”, observou ainda o presidente da CVP.

Depois de 44 anos na Administração Pública, 12 dos quais como diretor-geral da Saúde, Francisco George terminou a sua carreira em outubro de 2017, quando completou 70 anos de idade. Nesse mesmo mês, o Conselho Supremo da CVP elegeu-o por unanimidade como novo presidente nacional da instituição.

SA, ZAP //

Fonte: ZAP

TAGGED:ADSEDestaquegreveNacionalsaúdeSNS
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Costa ressuscita “peste grisalha” no Parlamento. Deputado acusa-o de mentir
Next Article Lei de Bases da Saúde. Está o caldo entornado entre Governo e Bloco
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

3 + five =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Avaria elétrica condiciona abastecimento de água em Raiva e Pedorido

As freguesias de Raiva e Pedorido, no concelho de Castelo de Paiva, estão a registar condicionamentos no abastecimento de água…

Castelo de Paiva promove gala solidária em memória da tragédia de Entre-os-Rios

O Município de Castelo de Paiva realiza, no próximo sábado, 24 de…

Furtos na Secundária: Câmara de Castelo de Paiva reage, mas famílias contestam tese de “caso isolado”

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva quebrou o silêncio sobre os…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Greve: TSDT agendaram grande manifestação nacional para o dia 21 de fevereiro

Insatisfeitos com a publicação do Decreto Lei que regulamento a carreira dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica agendaram, os…

Conselho Superior de Magistratura não abre inquérito a juízes que desvalorizaram violação

Manuel de Sousa / Wikimedia O Conselho Superior de Magistratura considera que não existem “erros grosseiros” ou “linguagem manifestamente inadequada”…

Liga dos bombeiros admite “abrir porta à negociação” e perdoar “azedume” do ministro

Mário Cruz / Lusa O presidente da mesa da Assembleia do Sporting, Jaime Marta Soares Marta Soares afirmou que a…

Adesão à greve dos enfermeiros no turno da noite rondou os 70%

A adesão à greve dos enfermeiros no que diz respeito ao turno da noite rondou os 70%, disse à agência…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

three × two =

Lost your password?