Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Tancos. Ministério Público pede prisão preventiva para todos os arguidos
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - País - Tancos. Ministério Público pede prisão preventiva para todos os arguidos

País

Tancos. Ministério Público pede prisão preventiva para todos os arguidos

Last updated: 28 Setembro, 2018 18:30
Redação
Share
SHARE

Paulo Novais / Lusa

Militares à entrada dos Paióis Nacionais do Polígono Militar de Tancos

O Ministério Público pediu, esta sexta-feira, prisão preventiva para todos os arguidos do caso de Tancos, também conhecido por “Operação Húbris”.

O interrogatório dos detidos no âmbito do caso da recuperação das armas roubadas em Tancos terminou na madrugada desta sexta-feira, por volta das 03h00, com o depoimento de um inspetor da Polícia Judiciária Militar.

À saída do tribunal, já depois das 03h00, o advogado de defesa, João Magalhães, disse que o seu cliente “esclareceu tudo o que o tribunal queria ver esclarecido, respondeu com verdade aos factos pelos quais via necessidade de esclarecer o tribunal”.

“Tais factos, como é timbre de pessoas com elevada galhardia militar, deram a explicação que o tribunal lhe pediu, de forma clara e castrense“, adiantou.

O advogado disse esperar que o tribunal compreenda o peso que tem a hierarquia militar, dentro daquilo que é o Exército, e que compreenda que há um poder político que deveria refletir sobre as palavras de um ministro que, a seu ver, “devia estar aqui”.

“O Exército é uma instituição de respeito”, sublinhou. João Magalhães argumentou que o poder político, “tal como também não respeita os médicos, também não respeita as necessidades que o Exército tem para ver cumprida a sua posição”.

“Estamos a lidar com material extremamente perigoso, com organizações bastante poderosas e creio que o Governo deve refletir sobre a situação que se criou”, acrescentou.

João Magalhães salientou que o episódio revelou “debilidades que o Exército enferma e que foram objetivamente alvo de uma tentativa de compensação pelo esforço que a PJ militar fez para recuperar esse armamento, que foi subtraído de dentro de um quartel”.

Na opinião do advogado, “estava em jogo a honra do Exército perante uma situação que foi embaraçante para o próprio Exército”.

Relativamente às medidas de coação que espera para o seu arguido, João Magalhães disse prever “que o MP [Ministério Público] venha a pedir medidas que não sejam apenas e só o termo de identidade e residência [TIR], ou outras do género”.

“Parece-me que a posição do MP [Ministério Público] é uma posição extremamente dura face àqueles arguidos, mas também acho que o MP, enquanto instituição hierárquica, mas independente, deveria refletir sobre o facto que o Exército é [uma] estrutura hierárquica, mas não é independente”, disse.

O advogado considerou que “numa perspetiva mais lata, o principal arguido devia ser o poder político”.

“O Estado ou o Governo devia refletir sobre uma situação que permitiu que, por falta de apoio ao Exército, fosse criada, e o Exército (…) reagisse a todo o custo para lavar a face, com uma expressão que eu diria, ‘não faltava mais nada que as armas aparecessem sob a bandeira da PJ [Polícia Judiciária] civil’”, defendeu.

No âmbito deste processo foram ainda detidos o diretor-geral da Polícia Judiciária Militar, Luís Vieira, que foi ouvido em tribunal na tarde de quinta-feira, além de outros dois responsáveis daquela força, um civil e três elementos da GNR.

A Operação Húbris investiga o aparecimento na Chamusca em outubro de 2017 de material furtado em Tancos e, segundo o MP, em causa estão “factos suscetíveis de integrarem crimes de associação criminosa, denegação de justiça, prevaricação, falsificação de documentos, tráfico de influência, favorecimento pessoal praticado por funcionário, abuso de poder, recetação, detenção de arma proibida e tráfico de armas”.

O furto de material militar dos paióis de Tancos – instalação entretanto desativada – foi revelado no final de junho de 2017. Entre o material furtado estavam granadas, incluindo antitanque, explosivos de plástico e uma grande quantidade de munições.

Fonte: ZAP

TAGGED:DefesaDestaqueJustiçaNacionalTancos
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Sorteio coloca juiz Ivo Rosa à frente da Operação Marquês
Next Article PS admite contingentes municipais para plataformas como a Uber
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Polícia impede atropelamento em massa durante procissão na Nazaré

Condutor avançou com viatura sobre percurso de peregrinos e gerou momentos de pânico

Cores Sem Valor: Hospital de Penafiel Ignora Protocolo de Manchester com Esperas de 4 Horas

Relatos diretos confirmam que, mesmo com apenas oito pessoas a aguardar atendimento,…

Lisboa: Casa do Concelho de Tomar encerrou ciclo de seminários com sessão sobre ensino superior

A sessão marcou o encerramento de um ciclo de três encontros iniciado…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Ciclismo: Pedro Pinto (ADRAP Penafiel) venceu prova de juniores em Valongo

Pedro Pinto (Silva & Vinha/ADRAP/Sentir Penafiel) venceu este sábado, em Sobrado, Valongo, a quarta prova da Taça de Portugal de…

Marcelo preocupado com populismo que “surge dos medos” na Europa

Mário Cruz / Lusa Numa longa entrevista ao jornal Público, o presidente Marcelo Rebelo de Sousa abordou vários temas, entre…

António Costa admite congelar salários do setor público

Mário Cruz / LusaO primeiro-ministro, António Costa António Costa admite congelar os salário no Estado em 2021. O primeiro-ministro confessa…

É oficial: Governo decreta serviços mínimos para greve às avaliações

Clonny / Flickr O colégio arbitral nomeado para decidir serviços mínimos na greve dos professores às avaliações decretou “por unanimidade”…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?