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Mesquita Nunes quer ser feliz (e que haja espaço nos partidos para quem tem vida profissional)

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Adolfo Mesquita Nunes / Facebook

Adolfo Mesquita Nunes

Adolfo Mesquita Nunes defende que “tem de haver espaço nos partidos para quem tem vida profissional”. O antigo vice-presidente do CDS/PP apresentou a sua demissão do partido para assumir funções na administração da Galp.

“Tem a ver com o meu projeto de vida, tem a ver com a minha felicidade“. Foi assim que Adolfo Mesquita Nunes justificou a sua saída da vice-presidência do partido, depois de aceitar um convite para administrador não executivo da Galp. As declarações foram feitas no programa “Esquerda/Direita” da SIC Notícias.

O vereador da Câmara Municipal da Covilhã prometeu cumprir o cargo até ao fim do mandato, mas defendeu que “tem de haver espaço nos partidos para quem tem vida profissional”. Mesquita Nunes disse que dos 25 anos em que esteve na política, apenas seis foram passado na política profissional.

“A minha atividade foi sempre o Direito. Foi aí que tirei o curso, mestrado, publico artigos, trabalho. É a minha profissão. Aliás, é ela que me sustenta”, assumiu o político. Mesquita Nunes disse que durante vários anos conseguiu conciliar o Direito e a Política, mas que tem sido cada vez menos possível.

A sua mudança para Galp foi justificada por ser uma “área de atividade que enfrenta desafios altamente disruptivos” e que representa “um convite muito motivador”. De acordo com o Observador, o nome de Adolfo Mesquita Nunes apareceu na semana passada na proposta de nomes para o conselho de administração da Galp.

O cargo de administrador não executivo pode valer a Mesquita Nunes um salário de três mil euros brutos mensais por 14 meses, sem direito a prémios — uma remuneração bruta anual de 42 mil euros.

O vereador da Câmara Municipal da Covilhã é criticado por ter pouco experiência para o cargo que vai desempenhar. Ainda assim, Mesquita Nunes diz que quando foi secretário de estado do Turismo levou “muitos meses a ouvir que era um boy“.

Acho que essas críticas são absolutamente legítimas. Acho que um empresário que começa um negócio novo também não tem experiência nesse negócio”, rematou o antigo vice-presidente do CDS/PP.

Fonte: ZAP

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