Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: “Coletes Amarelos” chegam a Portugal a 21 de dezembro e querem parar o país
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - País - “Coletes Amarelos” chegam a Portugal a 21 de dezembro e querem parar o país

PaísPolítica

“Coletes Amarelos” chegam a Portugal a 21 de dezembro e querem parar o país

Redação
Last updated: 12 Dezembro, 2018 13:50
Redação
Share
SHARE

Yoan Valat / EPA

O evento, marcado para o dia 21 de dezembro e inspirado nos “Coletes Amarelos” franceses, ganha cada vez mais dimensão nas redes sociais: mais de 13 mil pessoas confirmaram presença.

Depois de França, é a vez de Portugal. A paralisação está a ser convocada no Facebook com o mote “Vamos Parar Portugal Como Forma de Protesto“. Mais de 13 mil pessoas já confirmaram presença e cerca de 40 mil demonstraram interesse em participar. A manifestação está agendada para dia 21 de dezembro, uma sexta-feira.

Na imagem do evento surgem manifestantes com coletes amarelos vestidos, numa forte alusão aos protestos que têm provocado uma onda de violência nas ruas francesas.

São seis os organizadores do evento que foi criado há pouco mais de três semanas “sem ligação a qualquer partido político e de forma independente“. Segundo o JN, os organizadores vivem na Zona do Oeste, são operadores de telemarketing, pasteleiros e há até um instrutor de artes marciais.

A ideia surgiu com a vontade de paralisar a A8 mas em poucos dias viram essa ambição crescer. Desta forma, adianta o diário, para além do buzinão na Ponte 25 de Abril e no Marquês, em Lisboa, para dia 21 estão pensadas manifestações no Porto, no Fórum Algarve e em frente à Câmara Municipal de Beja.

Na descrição da página de Facebook, os organizadores adiantam que este movimento nasceu da constatação de que Portugal é “um dos países que recebe menos, paga mais impostos e ficamos caladinhos como sempre”.

“Temos países a receber o dobro de nós, e assim que existe algo que não agrade, reclamam, exigem, protestam até serem ouvidos, e Nós Portugueses??? Chega, vamos dizer basta ao aumento dos combustíveis, portagens e tudo o resto que está mal!”, afirmam.

Rumores de conotação à extrema-direita

Pelas redes sociais tem também surgido a ideia de que este protesto terá conotações com a extrema-direita. O Polígrafo, site que se dedica à confirmação de factos, foi confirmar este dado e constata que “três dos seis organizadores” do protesto “têm publicações de cariz extremista e xenófobo nas respectivas páginas no Facebook”, com “mensagens de apoio a Jair Bolsonaro no Brasil” e “demonstrações de saudosismo pelo regime de António de Oliveira Salazar em Portugal”.

O protesto está também a ser promovido na rede social pelo Partido Nacional Renovador (PNR), cuja ideologia é de extrema-direita.

A PSP “está a acompanhar a situação” e, segundo o Jornal de Notícias, orientará o dispositivo de forma a garantir resposta eficaz em “todas as situações que possam surgir”.

Ainda assim, e ao contrário do panorama francês, os organizadores do protesto dizem não à violência. “Iremos fazer tudo de forma pacífica. Quem está a apelar à violência vai ser removido dos grupos”, admitem, adiantando ainda terem criado grupos no WhatsApp para cada uma das localizações das manifestações.

Apesar de muitas pessoas estarem a aderir ao evento virtual, as pessoas podem não sair às ruas. Ao JN, Francisco Conrado, especialista em redes sociais da Universidade do Minho, sublinha que nem tudo o que parece na rede é.

“É muito fácil indignar-se online. O ato de se revoltar ou participar de alguma forma de movimento ou protesto está à distância de um clique.” Neste caso, “estamos a falar de um contexto económico e político muito diferente” e de um movimento sem “grande unidade”, concluiu o especialista.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueNacionalpolíticaProtestosRedes Sociais
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Ministério Público abre inquérito às incongruências no currículo de candidata à JS
Next Article Função Pública: Nova modalidade pré-reforma propõe 25% a 100% do salário-base
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

3 + nineteen =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Furtos na Secundária: Câmara de Castelo de Paiva reage, mas famílias contestam tese de “caso isolado”

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva quebrou o silêncio sobre os recentes furtos na Escola Secundária. Em comunicado, o…

EUA Reformulam Sistema de Acreditação do Ensino Superior para Valorizar Estudantes e Profissionais

Por Gabriel Lopes O Departamento de Educação dos Estados Unidos anunciou, a…

Pavilhão Rota dos Móveis acolhe Final Sub-16 de Basquetebol com entrada gratuita

O Pavilhão Rota dos Móveis, em Lordelo, no concelho de Paredes, vai…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Inconstitucionalidade ameaça progressões dos professores

Miguel A. Lopes / Lusa A existência de soluções diferentes para os professores é inconstitucional, frisam o conselheiro de Estado…

Japão lança satélite capaz de “bombardear” a Terra com chuva artificial de meteoritos

Esta quinta-feira, a empresa japonesa Astro Live Experiences (ALE) lançou para o espaço um satélite especialmente construído para gerar chuvas…

Quase 5 mil emigrantes na Venezuela já regressaram à Madeira desde 2016

Miguel Gutierrez / EPA Luso-venezuelana em Caracas durante protestos contra o governo de Nicolás Maduro O Governo Regional da Madeira…

Centeno não estará no próximo Governo “para não ter de gerir as consequências” das políticas adotadas

(dr) Clube dos Pensadores O economista Daniel Bessa Daniel Bessa, antigo ministro da Economia de António Guterres, alerta que as…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

five + 2 =

Lost your password?