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Home - País - Comunistas não rejeitam segunda Geringonça (e nem precisam de papel assinado)

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Comunistas não rejeitam segunda Geringonça (e nem precisam de papel assinado)

Last updated: 20 Julho, 2018 20:00
Redação
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Mário Cruz / Lusa

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, intervém na sessão de abertura do XX Congresso Nacional do PCP

O líder parlamentar do PCP disse que, com ou sem papel, “nunca será por falta do PCP que as condições de vida e de trabalho deixem de avançar”. Ou seja, os comunistas não descartam apoiar um novo governo do PS na próxima legislatura.

Se nas próximas legislativas o PS só conseguir uma vitória minoritária e volte a ocorrer uma nova maioria de esquerda, os comunistas não deixarão de “garantir que a solução política e que a política a executar vá mais ao encontro dos interesses dos trabalhadores e do povo”, disse João Oliveira em entrevista ao Público.

Para o líder parlamentar, este compromisso, que diz não importa se será feito de forma formal – como aconteceu em 2015 – ou não. João Oliveira considera que os “moldes” – isto é, as exigências do PCP -, é que serão diferentes.

“A questão de haver um papel ou não haver um papel foi uma questão de cedência da parte do PS à exigência que era feita pelo Presidente da República na altura. Se bem se lembra houve até declarações, salvo erro do meu camarada Jerónimo de Sousa, que disse que, por nós, haver papel ou não haver papel, a palavra dada é aquilo que é respeitado”, recordou o deputado comunista em declarações ao jornal.

Questionado sobre se o entendimento com o Governo socialista não levará eleitores do PCP a votar, antes, diretamente no PS, João Oliveira rejeitou esse cenário. “As pessoas conseguem fazer muito bem a separação entre o PCP e o PS e de que lado está cada um nas opções que são relevantes para a sua vida”, assegurou.

João Oliveira disse que já para 2019, o PCP comunista vai defender a subida do salário mínimo nacional de 600 para 650 euros mensais.

“O PCP defendia que os 600 euros já deviam ser uma realidade em 2018. Era a nossa proposta. Ficamos sozinhos porque o PS e o Bloco acordaram em valores mais baixos do que isso. A perspetiva que nós consideramos é que no Orçamento de 2019 o salário mínimo devia ser fixado em 650 euros”

Quanto ao Orçamento de Estado para 2019, o deputado comunista diz que a tensão do PCP com o Governo mantém-se porque ainda há problemas para resolver.

“O Governo faz opções de colocar como prioridades aquelas que não são as do país. O Orçamento de 2019 é uma discussão em que continuamos a dizer aquilo que temos dito. Não há Orçamentos aprovados nem chumbados à partida, há um exame comum que é preciso fazer”, explicou.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueGovernoNacionalPCPpolítica
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