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Home - Política - Coreia do Norte: execuções e repressão por consumo de televisão sul-coreana

Política

Coreia do Norte: execuções e repressão por consumo de televisão sul-coreana

Tales Santos Vieira
Last updated: 27 Fevereiro, 2026 14:50
Tales Santos Vieira
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Testemunhos recolhidos pela Amnistia Internacional indicam que cidadãos da Coreia do Norte apanhados a assistir a conteúdos televisivos da Coreia do Sul enfrentam punições que vão desde humilhação pública e campos de trabalho forçado até à execução.

Contents
  • Lei de 2020 e criminalização da informação
  • Sistema baseado em subornos
  • Execuções públicas e doutrinação
  • Impacto nos direitos humanos
  • Contexto adicional

Segundo os relatos, as sanções são aplicadas de forma arbitrária e frequentemente condicionadas pela capacidade de pagamento de subornos, num sistema descrito como simultaneamente repressivo e corrupto.


Lei de 2020 e criminalização da informação

A chamada Lei Anti Pensamento e Cultura Reacionária, adotada em 2020, classifica conteúdos sul-coreanos como “ideologia podre” e prevê:

  • 5 a 15 anos de trabalhos forçados por consumo ou posse de conteúdos;
  • Pena de morte para distribuição em grande escala ou organização de exibições coletivas.

A Coreia do Norte já mantinha, antes dessa lei, um dos sistemas de controlo de informação mais restritivos do mundo. A nova legislação consolidou e formalizou práticas repressivas já existentes.


Sistema baseado em subornos

De acordo com 25 entrevistas realizadas em 2025 a norte-coreanos que fugiram entre 2012 e 2020:

  • Subornos entre 5.000 e 10.000 dólares podem evitar campos de reeducação;
  • Famílias sem recursos vendem casas para pagar libertações;
  • Conexões com funcionários públicos reduzem drasticamente o risco de punição formal.

A unidade policial conhecida como “Grupo 109” é frequentemente mencionada como responsável por buscas domiciliárias sem mandado e repressão do consumo de media estrangeiro.


Execuções públicas e doutrinação

Diversos entrevistados relataram:

  • Execuções públicas com pelotões de fuzilamento;
  • Mobilização forçada de milhares de pessoas para assistir;
  • Crianças e adolescentes obrigados a presenciar execuções como forma de “educação ideológica”.

Alguns casos descreveram disparos múltiplos (cerca de 30 tiros) contra o condenado e medidas para impedir declarações finais das vítimas.


Impacto nos direitos humanos

Segundo a Amnistia Internacional, estas práticas violam compromissos assumidos pela Coreia do Norte ao ratificar:

  • O Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (1981);
  • A Convenção sobre os Direitos da Criança (1990).

A organização defende:

  • Revogação das leis que criminalizam o acesso à informação;
  • Abolição da pena de morte;
  • Fim das detenções arbitrárias e da aplicação discriminatória da lei;
  • Proteção especial de menores contra exposição a execuções públicas.

Contexto adicional

Desde o armistício de 1953, que suspendeu formalmente a Guerra da Coreia, as duas Coreias permanecem tecnicamente em estado de guerra. O encerramento de fronteiras durante a pandemia reduziu drasticamente as fugas para a Coreia do Sul, tornando mais raro o acesso a testemunhos recentes.

Embora a Amnistia não consiga verificar independentemente todos os casos devido às restrições de acesso ao país, os relatos recolhidos apresentam consistência interna e alinhamento com conclusões de organismos das Nações Unidas.

O governo norte-coreano foi contactado para comentar as conclusões, mas não respondeu até ao momento.

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