Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: O PS não mente, mas engana. E “quem semeia ilusões, colhe greves”
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - País - O PS não mente, mas engana. E “quem semeia ilusões, colhe greves”

PaísPolítica

O PS não mente, mas engana. E “quem semeia ilusões, colhe greves”

Last updated: 20 Dezembro, 2018 12:00
Redação
Share
SHARE

Mário Cruz / Lusa

O presidente do PSD, Rui Rio (D), acompanhado pelo líder parlamentar do partido, Fernando Negrão

O presidente do PSD, Rui Rio, acusou nesta quarta-feira o Governo de “enganar os portugueses” e de “vender gato por lebre”, defendendo que é essa atitude que tem gerado “um surto brutal de greves”.

“O povo diz que quem semeia ventos colhe tempestades, eu diria que quem semeia ilusões, colhe greves. Estas greves são o resultado de quem vendeu uma realidade que é virtual e não corresponde ao que o país é capaz de dar”, acusou, numa intervenção antes do jantar de Natal do grupo parlamentar do PSD, na Assembleia da República.

Num discurso de cerca de 40 minutos, Rui Rio apontou três marcas principais que considera caracterizarem os três anos de governação socialista: falta de estratégia de crescimento económico, degradação dos serviços públicos e ser um Governo que “engana os portugueses“.

Dizendo querer “ser preciso com as palavras”, o líder social-democrata fez questão de distinguir mentira de engano. “Este Governo vende gato por lebre, engana quando promete e não cumpre”, acusou, apontando como exemplos promessas do executivo como a descida dos impostos sobre os combustíveis, a baixa do IVA da eletricidade ou a contagem do tempo de serviços dos professores.

Em todas estas matérias, Rio considerou que o Governo não mentiu “mas enganou” os portugueses, e recorreu a uma quadra do poeta popular António Aleixo para ilustrar o seu pensamento. “‘Para a mentira ser segura e atingir profundidade, tem de trazer à mistura qualquer coisa de verdade’. É isto a base da política de comunicação do PS”, acusou.

Perante o grupo parlamentar social-democrata, com que tem tido por vezes uma relação tensa, Rui Rio sublinhou que “não há outra possibilidade de alternativa à governação atual que não passe pelo PSD”. “Aquilo que eu espero é que o tal Ano Novo de 2019 seja o momento em que nós, mais uma vez na nossa história, vamos honrar as nossas responsabilidades e ser capazes de construir essa alternativa para Portugal”, apelou.

Sobre a onda de greves, Rio considerou que representa “um falhanço precoce” da política do Governo, já que acontece apesar deste ter tentado “comprar a paz social em nome do próximo ato eleitoral”. “É de esperar que no futuro quem cá estiver vá ter problemas sérios de convulsões sociais, porque a política não foi orientada para a frente”.

Antes, o líder parlamentar do PSD, Fernando Negrão, acusou o Governo de falta de sensibilidade social e de sentido institucional e apelou também a que todos estejam “unidos à volta do líder do partido” para as três eleições do próximo ano.

No início do seu discurso, Rio tinha recordado um outro jantar de Natal na Assembleia da República, há exatamente 17 anos, poucos dias depois de ter vencido a Câmara do Porto e Pedro Santana Lopes a de Lisboa. “Que este jantar possa ser a mola impulsionadora para podermos daqui a uns meses ter vitórias não tão estrondosas, mas vitórias reais“, desejou o líder social democrata.

De presente de Natal, Rio recebeu de Negrão uma coletânea dos discursos do fundador do partido Francisco Sá Carneiro — a prenda oferecida também aos deputados — e, apenas para o líder do partido, uma coletânea dos seus próprios discursos enquanto foi deputado entre 1991 e 2001. “O Dr. Rui Rio foi um deputado combativo, que não deixava nada para trás e que, quando era preciso responder, respondia sempre. Tenho a certeza que melhor que ninguém compreende o nosso trabalho de todos os dias”, afirmou o líder parlamentar.

PSD vai apresentar projeto próprio de Lei de Bases da Saúde

Também nesta quarta-feira, o presidente do PSD anunciou que o partido vai apresentar um projeto próprio de Lei de Bases da Saúde, considerando que não é preciso fazer “nenhuma revolução” em relação ao diploma atual. No jantar de Natal do grupo parlamentar do PSD, Rio acusou o Governo de ter “piorado substancialmente o Serviço Nacional de Saúde” em três anos de governação.

“Mais importante de que se é mais público ou privado ou mais social, é que se sirva as pessoas e ao preço o mais económico que se consiga. O que temos é de cumprir a Constituição: as pessoas terem acesso ao SNS e de forma tendencialmente gratuita. E por isso o PSD vai também apresentar o seu projeto de lei relativamente à Lei de Bases da Saúde”, anunciou Rui Rio.

Para o líder social-democrata, “não é preciso fazer nenhuma revolução ao que é a lei atual”. “É preciso modernizar a lei atual e adaptá-la às circunstâncias atuais”, disse, recordando que o atual diploma tem 28 anos.

O Governo apresentou na semana passada a sua proposta de Lei de Bases da Saúde. PCP e BE também já apresentaram projetos e o CDS-PP também já anunciou a intenção de o fazer. Na sua intervenção perante os deputados do PSD, Rui Rio apontou a saúde como o setor onde os portugueses mais sentiram o que classificou de “degradação dos serviços públicos”, que apontou como uma das marcas da governação socialista.

“Não vou dizer que deram cabo do SNS, porque já tinha problemas em 2015, mas vou dizer que pioraram substancialmente o SNS, está hoje muito pior do que estava em 2015. Isto é rigorosamente verdade, não há ninguém com coragem para dizer o contrário”, afirmou. Para essa degradação, considerou, contribuiu a redução das 40 para as 35 horas semanais também no setor da saúde. “Os enfermeiros estão a trabalhar as mesmas horas, mas sai mais caro porque é preciso pagar horas extraordinárias. Se não pagam, colhem greves”, exemplificou.

O presidente do PSD apontou a ferrovia como outra das áreas em que mais se nota a degradação dos serviços públicos e aconselhou o Governo a “não arriscar nem mais um bocadinho”, sob risco de ser responsabilizado se acontecer “uma desgraça”.

“O Estado como um todo tem falhado e a resposta tem de ser dada pelo Governo”, defendeu, apontando a recente resposta da Proteção Civil no acidente com um helicóptero do INEM em Valongo como outro exemplo e o assalto a Tancos como “o mais grave porque feriu a segurança do Estado”.

“É absolutamente inequívoco que estes três anos degradaram os serviços públicos em Portugal”, concluiu, num discurso de cerca de 40 minutos, onde frisou apenas “apresentar factos” e não se querer “esticar nem um centímetro” nas acusações que fez ao Governo.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueGovernoNacionalpolíticaPSPSDsaúde
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Armas furtadas em Tancos seriam para a ETA
Next Article Na pediatria do São João há caixotes de lixo guardados em berços
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Ricardo Cardoso: “Quero ser lembrado como o presidente que fez muito por Castelo de Paiva”

Eleito nas Autárquicas de 2025 com 51,31% dos votos, o novo presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva traça…

XVI Mostra de Vinhos e Produtos Rurais de Real vai animar Castelo de Paiva a 28 e 29 de março

A freguesia de Real, em Castelo de Paiva, prepara-se para receber a…

Castelo de Paiva e Arouca unem esforços para requalificar vias e pontes na fronteira dos concelhos

Os municípios de Castelo de Paiva e Arouca reuniram-se, nos Paços do…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Medicamento capaz de matar Covid-19 em 48h feito por farmacêutica portuguesa

Uma Universidade australiana de Monash, desenvolveu um estudo e perceberam que o medicamento utilizado para matar piolhos pode também ser…

Um asteróide explodiu na Rússia esta semana e nós não vimos (mais uma vez)

(CC0/PD) Gerd Altmann / pixabay Nem só de Mundial se faz a Rússia. Durante esta semana, várias cidades russas contemplaram…

Guru do sono ensinou Ronaldo a dormir melhor (e desfaz velhos mitos)

Alessandro Di Marco / EPA Deitar cedo e cedo erguer e dormir oito horas por noite podem, afinal, não ser…

Controlinveste de Joaquim Oliveira falida e com dívida de 750 milhões de euros

José Sena Goulão / Lusa O empresário Joaquim Oliveira (dir), acionista da Controlinveste A Controlinveste, do empresário Joaquim Oliveira, está…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?