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PaísPolítica

PS sob fogo num debate onde o “legado trágico” de Sócrates foi tema

Last updated: 2 Maio, 2019 13:06
Redação
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(cv) SIC

A “nacionalização” ou não das europeias, os “legados trágicos” do PS e de José Sócrates e os riscos do crescimento da extrema-direita marcaram o primeiro debate televisivo para as europeias de 26 de maio, na quarta-feira.

Contents
  • PS sob fogo por causa dos fundos comunitários
  • PS desvaloriza empate técnico nas sondagens

O debate de uma hora e 50 minutos, na SIC e na SIC-Notícias, moderado por Bento Rodrigues, opôs os cabeças de lista dos seis partidos com representação no Parlamento Europeu: Pedro Marques (PS), Paulo Rangel (PSD), João Ferreira (PCP), Marisa Matias (BE) e Marinho e Pinto (Partido Democrático Republicano — PDR).

O candidato do CDS, Nuno Melo, tentou “colar” Pedro Marques a José Sócrates, e usou “tweets” e fotografias em que o ex-primeiro-ministro aparece ao lado do candidato socialista e do atual chefe do Governo, António Costa. O “legado trágico” de Sócrates, afirmou Nuno Melo, “mede-se pelo peso da dívida e pelo sacrifício de muitas pessoas” ao longo dos anos, e valeu um sorriso de Pedro Marques.

Pelo PSD, Paulo Rangel contestou a ideia de António Costa de “nacionalizar” estas eleições, e recusou a ideia de tornar estas europeias uma espécie de “plebiscito cesarista ou bonapartista”. Estas são eleições que Rangel qualificou de muito importantes para a Europa, tendo em conta problemas como o “Brexit”, a saída do Reino Unido, os populismos, a imigração ou o terrorismo e, a nível nacional, o baixo nível de investimento público, “a maior carga fiscal de sempre” e baixa execução de fundos comunitários.

Num debate muito ritmado, com perguntas e respostas curtas dos seis candidatos, que Marinho e Pinto qualificou de “telegráfico”, os temas sucederam-se, como o crescimento da extrema-direita. À esquerda, os candidatos do PCP, BE e do PS admitiram que a explicação do crescimento da extrema-direita e do populismo na Europa se deve, também, a erros dos partidos do “bloco central” que governaram na União e não deram respostas cabais a problemas como a imigração.

Nuno Melo mantém o que disse à Lusa sobre o partido Vox, de Espanha, não ser de extrema-direita, acrescentou estar preocupado com a dualidade de critérios. E confessou a sua preocupação com a extrema-esquerda, no caso o BE, que anda “na rua a cantar”, a pedir a morte de Jair Bolsonaro, “presidente eleito do Brasil”, como aconteceu no desfile do 25 de Abril, em Lisboa.

À esquerda, entre João Ferreira e Marisa Matias chegou a existir um momento de tensão, depois de o eurodeputado comunista reivindicar para o PCP um papel importante na “reversão” da retirada de direitos, por ter alvitrado um acordo à esquerda na noite das legislativas de 2015. A candidata do BE anotou “esta obsessão” de João Ferreira quanto a si, e comentou que os bloquistas não se enganam “no opositor”.

PS sob fogo por causa dos fundos comunitários

O eventual corte de 7% no próximo quadro financeiro plurianual foi um dos temas centrais do primeiro debate televisivo com os candidatos às eleições europeias, em que o PS esteve sob ataque do PSD e do CDS.

À pergunta do jornalista sobre o corte que poderá significar 1.600 milhões de euros no quadro comunitário até 2027, o ex-ministro Pedro Marques socorreu-se da opinião do comissário europeu e militante do PSD Carlos Moedas para dizer que é um “bom resultado para Portugal e um bom princípio de negociação” com a comissão.

Pedro Marques até fez uma comparação com o Governo anterior PSD/CDS, argumentando que “perdeu 20 milhões” no Proder, de fundos comunitários.

Do outro lado do cenário, Paulo Rangel, do PSD, atacou para sublinhar que Pedro Marques não contestara a perda de 1.600 milhões de euros, e, lembrando que foi o ministro que negociou os fundos em Bruxelas, pôs em causa a sua credibilidade e acusou-o de aceitar aumentos nas verbas comunitárias para Espanha, Itália ou Finlândia, “países ricos”, e aceitar uma perda para Portugal. “Mas há corte ou não há corte?”, perguntou Rangel a meio da discussão, acesa, sobre os fundos.

Pedro Marques, referindo-se até ao acordo entre o Governo e o PSD para uma posição comum para a negociação dos fundos, deu a resposta, em tom baixo, dizendo que “não há perda de fundos a preços correntes”.

À esquerda, tanto João Ferreira, como Marisa Matias disseram que este é um dossier que não está fechado, prometendo, ambos, votar um orçamento comunitário que preveja perdas de fundos para Portugal. A eurodeputada do BE aconselhou até o Governo português a “vetar”, e João Ferreira lembrou que um “corte nas verbas só passará se Portugal deixar”.

PS desvaloriza empate técnico nas sondagens

Paulo Rangel apresentou-se como um candidato europeu de “um partido moderado”, e Nuno Melo reclamou para o CDS “a única escolha possível para quem é de direita”.

Pedro Marques reclamou para o PS louros dos resultados da governação, com o apoio dos partidos de esquerda, como a quebra no desemprego ou a devolução de rendimentos aos portugueses, “mantendo contas [públicas] saudáveis”.

Marinho e Pinto apresentou, logo no seu minuto inicial, duas propostas, a fixação de um salário mínimo europeu e de uma pensão mínima, que não quantificou nem explicou. O advogado também criticou PCP e BE por terem apoiado o Governo, “estes três anos e meio”, e de, em Estrasburgo, terem uma “retórica completamente diferente”.

De objetivos eleitorais, os dois candidatos, do PS e do PSD, não se comprometeram com fasquias, mas ambos querem ganhar. Pedro Marques relativizou as sondagens que dão ao PS um empate técnico com o PSD, dizendo que estão à frente nas intenções de voto, e Paulo Rangel admite que ganhar “não é fácil”, “mas possível”, sendo mais taxativo ao dizer: “Vamos subir substancialmente”.

As eleições europeias em Portugal estão marcadas para 26 de maio. Nas últimas eleições europeias, 66% do eleitorado não foi às urnas.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueeleiçõesEuropeiasNacionalpolítica
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