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PaísPolítica

Um passo para trás. Afinal, os políticos vão poder guardar prendas e aceitar viagens

Redação
Last updated: 28 Março, 2019 13:15
Redação
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Rodrigo Gatinho / portugal.gov.pt

Luís Marques Guedes, presidente da Comissão de Transparência

Esta quarta-feira, a comissão de reforço da transparência deu um passo atrás no que diz respeito ao registo de ofertas por titulares de cargos políticos ou públicos.

Contents
  • Viagens e alojamento
  • Entidade para a Transparência

Foram várias as tardes que os deputados da Comissão da Transparência perderam a atirar argumentos sobre qual o limite aceitável para um político ou alto dirigente público receber uma prenda ou uma viagem de uma entidade privada. Aliás, esta comissão aprovou, num texto inicial, o registo público na Internet para todas as ofertas e a entrega de prendas de valor superior a 150 euros.

No entanto, esta quarta-feira, o passo dado foi à retaguarda – e os responsáveis foram os deputados do PSD e do PS, uma vez que foram estes que mudaram o sentido de voto entre o tal texto inicial e as votações feitas recentemente.

Desta forma, não há, afinal, qualquer necessidade de registo das ofertas recebidas no desempenho das funções por políticos e altos dirigentes do Estado. No fundo, estes só precisam de as apresentar ao organismo a que pertencem. Posteriormente, será este organismo a decidir o que fazem com o bem em causa, esclarece o Público.

Na prática, as ofertas superiores a 150 euros têm de ser comunicadas ao organismo a que os titulares pertencem, mas este pode deixá-los ficar com elas. A prenda pode parar na casa de quem a recebeu.

O PSD tinha votado contra esta proposta, mas acabou por ajudar com uma abstenção. Desta forma, esta votação recente contou com o voto favorável do PS e do PCP e abstenção do PSD.

No ano passado, em sucessivas reuniões da comissão eventual para o reforço da transparência no exercício de funções públicas, foram vários e acalorados os debates sobre que ofertas e hospitalidades deveriam ser registadas pelas entidades e qual o valor.

Em 23 de outubro de 2018, os partidos deram sinais de entendimento sobre o valor das ofertas que os titulares de cargos públicos ou políticos poderiam receber, embora faltasse definir se esse limite poderia ser de 150 euros.

Na reunião, as bancadas aceitaram o princípio de existir um valor a partir do qual o titular do cargo, ministro, deputado e autarca, pode ficar com a tal “oferta institucional”, ou se fica na propriedade da entidade a que pertence, e admitiram tentar uma solução de consenso.

O deputado socialista Jorge Lacão disse que não aceitava que o valor, seja de 150 euros ou outro, seja usado “numa espécie de strip tease de um político ou titular de cargo público, que “regista uma bagatela” para “caricatura” e “diversão da comunicação social”.

O valor de 150 euros é uma referência já usada pelo Governo no seu Código de Conduta, adotado após a polémica da oferta de viagens ao europeu de futebol de 2016 de três secretários de Estado.

Viagens e alojamento

Neste ponto, PSD, PS e PCP voltaram a unir forças para fazer aprovar uma regra que estipula que “não está sujeita a dever de registo a aceitação de ofertas, de transporte ou alojamento que ocorra no contexto das relações pessoais ou familiares” e outras que permitem aceitar quaisquer convites compatíveis com a “relevância de representação própria do cargo” ou “cuja aceitação corresponde a ato de cortesia ou urbanidade institucional”.

Este foi o mote que levou Paulo Trigo Pereira a disparar, afirmando que a nova lei não passa de um “desastre total e absoluto” que permite “total opacidade para os convites privados” e “descredibiliza” o processo legislativo.

Trigo Pereira foi mais longe, e referiu que casos como as viagens pagas pela Galp ao Euro 2016 que levaram às demissões no Governo e a processos judiciais a deputados passam agora a ser legais.

Pedro Delgado Alves, do PS, afirmou, porém, que quem aceita estes convites fica impedido de intervir em questões que envolvam essa entidade e isso assegura a transparência. Por sua vez, Pedro Filipe Soares (BE) e Vânia Dias da Silva (CDS) lamentaram não haver registo de todas as ofertas ou pelo menos de um valor mínimo de 150 euros; António Filipe (PCP) recusou o “registo de bagatelas” e a submissão a códigos de conduta e Álvaro Batista (PSD) vincou o “valor equilibrado” do que fica aprovado.

Entidade para a Transparência

Os deputados acabaram também por aprovar, no novo “regime do exercício de funções pelos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos”, a criação da Entidade para a Transparência, que ficará encarregue da análise e fiscalização das declarações de rendimentos, património e interesses destes titulares.

De acordo com o diário, foi ainda aprovada a obrigação de entrega de uma declaração três anos após a saída do cargo para, desta forma, controlar se houve um acréscimo desmesurado do património, e também sanções mais fortes para quem não entregar a declaração – seja com ou sem intenção.

O Público dá um exemplo: se não declarar rendimentos a que estava obrigado de valor superior a 50 salários mínimos, pode ser punido com pena de prisão até três anos e esse património será tributado à taxa de 80% no IRS. Além disso, se for um antigo titular e não entregar a declaração pode ficar inibido de voltar a um cargo destes por um período de um a cinco anos.

LM, ZAP //

Fonte: ZAP

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