Foto: João Teixeira

O exercício “Montemuro 18”, que decorreu na tarde do passado sábado(20), envolveu cerca de 850 operacionais dos agentes que integram o Sistema Nacional de Operações de Proteção e Socorro com o intuito de testar a capacidade de resposta operacional numa situação excecional decorrente de um incêndio florestal.

O primeiro-ministro, António Costa, esteve presente acompanhado do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e do secretário de Estado da Proteção Civil, Artur Neves.

António Costa disse, através dos jornalistas, que o que deve ser feito no momento é treinar. Depois de assistir aos primeiros testes às respostas que os operacionais da Protecção Civil, e não só, têm de dar num cenário de grande incêndio.
“O que estamos a fazer aqui hoje é muito importante. Estamos a testar a capacidade de resposta. Não são só as equipas que têm de treinar para jogar bem”, disse António Costa a partir de Arouca, onde está a decorrer o exercício Montemuro, que junta 850 operacionais de combate aos incêndios. “Treinar é um esforço que tem de continuar a ser feito” 
Questionado sobre se o país está preparado para incêndios da dimensão dos do ano passado e se este ano a resposta será melhor, Costa respondeu que:
“temos todas as razões para nos mantermos preocupados já que conhecemos o nosso clima e a nossa geografia. Há todas as razões para cada um de nós fazer o que lhe compete”, conclui António Costa.

Resumo 

Exercício Montemuro 2018 Cenário global: incêndio florestal, com diversos incidentes de várias ordens e tipologias, que se inicia no distrito de Aveirone progride para o distrito de Viseu pela zona do Vale encaixado do Paiva, com existência de falha de rede SIRESP. Falha do ramal EDP do site e da rede SIRESP de Castelo de Paiva.
População diz que simulacro não passa de aparatos.


DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

4 + seven =

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.