Paiva D'ouro
Paiva D'ouro

Um dos pontos altos da 2ª Bienal da Cultura de Castelo de Paiva será a apresentação dia 19 de julho da obra Payva D’Ouro, que assinala o regresso do Teatro do Bolhão à Bienal de Cultura de Castelo de Paiva depois da apresentação de Todos a Payva, em Julho de 2017.

O espetáculo instalará na Praça central de Paiva um evento teatral e
multidisciplinar de grande escala envolvendo profissionais do Teatro do Bolhão, alunos da ACE Escola de Artes e membros da Comunidade de Paiva (indivíduos, associações e grupos informais) e a Academia de Música de Castelo de Paiva, cujo coro e orquestra atuarão ao vivo em Payva d’Ouro, interpretando músicas do Cancioneiro Popular da região.

Segundo os organizadores, Payva D’ouro é uma celebração da região de Paiva, da sua identidade e da memória coletiva das suas gentes e constrói-se a partir da presença do rio e da sua relação orgânica com a terra e a gentes. O Rio é entendido como ponto de partida e de chegada, caminho, espaço de viagem, de trabalho e de vivência quotidiana. É, também, poeticamente a “porta mágica” para outros mundos e outros tempos. Assim, a 19 de julho o teatro, o circo, a dança, a música e o canto habitarão varandas, fachadas e janelas do Largo, num evento espetacular e festivo com cerca de 500 intervenientes.

Para António Capelo, no dia 19: “o adro da igreja transformar-se-á num enorme cais, onde a vida se anima, e a nossa memória se ergue à altura da vela que evocará, em imagens, o tempo que já foi de outros, dos outros que foram a nossa família e continuam a ser a nossa comunidade. Onde os sons encherão os nossos ouvidos das cantigas que ouvimos em casa, nas ruas, nos campos e sobre as próprias águas dos rios todos do nosso concelho.”

Coletiva de imprensa da 2ª Bienal de Castelo de Paiva

Novidades do Espetáculo

O público não vai apenas assistir ao espetáculo, mas também vai ter a possibilidade de participar. Para ver o espetáculo em sua plenitude todo precisam de caminhar. Para que o espetáculo corra bem, as pessoas não devem permanecer paradas, tornando-se um elemento dinâmico da composição cênica.

Para esta edição da Bienal, o sistema de som foi melhorado para proporcionar melhor experiência aos presentes. Na edição anterior alguns relataram dificuldades de perceber o que era dito, o que foi corrigido este ano pela equipa de engenharia.

Para além das Intervenções Artísticas que contarão com mais de 500 pessoas, haverão projeções de elementos nas paredes e por todo o Largo do Conde. A organização do evento mantém segredo sobre o que será projetado mas revela que usará a tecnologia em conjunto com as intervenções dos atores.

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