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Home - Economia - Há livrarias a recusar vouchers de manuais gratuitos por falhas no pagamento do Estado

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Há livrarias a recusar vouchers de manuais gratuitos por falhas no pagamento do Estado

Redação
Last updated: 21 Agosto, 2019 13:38
Redação
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Alvy / Flickr

Algumas livrarias estão a enfrentar problemas financeiros com a entrega dos manuais escolares gratuitos que, neste ano, foram alargados até ao 12.º ano. Tudo devido a atrasos no pagamento dos reembolsos do Estado. Nalguns casos, estão a recusar os vouchers.

Há livrarias de norte a sul do país que estão a recusar os vouchers para entrega de manuais escolares gratuitos porque se queixam de ainda não ter recebido reembolsos do Ministério da Educação.

O problema prende-se com o facto de a medida ter sido alargada, neste ano lectivo, aos estudantes até ao 12,º ano, o que envolve oito milhões de vouchers para 1,2 milhões de alunos. O custo total é de 145 milhões de euros, enquanto no ano passado se ficou pelos 2,8 milhões de euros.

Há estabelecimentos que não têm capacidade financeira para encomendar os manuais para entrega gratuita aos encarregados de educação, lamentando as falhas no reembolso dos valores por parte do Ministério da Educação.

“Há muitas papelarias que não vão aguentar“, queixa-se o dono de um destes espaços em Vila do Conde, Pedro Silva, em declarações ao Jornal de Notícias (JN).

“No ano passado, os livros só eram gratuitos até ao 6.º ano, ou seja, o dinheiro que facturávamos com o 3.º ciclo e secundário dava para aguentar a demora do pagamento dos vouchers“, mas “este ano, com manuais gratuitos até ao 12.º ano, é muito complicado“, lamenta Pedro Silva.

E há casos de proprietários que estão a endividar-se para conseguirem dar resposta à situação, como é o caso de Pedro Silva que diz ao JN que está a rejeitar mais vouchers até receber o próximo pagamento do Estado e que tem 17 mil euros a receber.

Fonte do Ministério da Educação aponta ao JN que não tem “registo de reclamações”, garantindo que os pagamentos estão a ser “feitos dentro dos prazos”.

A Confederação Nacional das Associações de Pais também refere ao jornal que não tem indicações de quaisquer problemas.

Ao contrário do que aconteceu noutros anos, agora o pagamento às livrarias é responsabilidade do Instituto de Gestão Financeira da Educação que se comprometeu a devolver o dinheiro dos manuais gratuitos em 15 dias.

Fonte: ZAP

TAGGED:ComércioEconomiaEducaçãoGovernoNacionalSociedade
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