Castelo de Paiva, Portugal – O reconhecimento público e a gratidão coletiva pautaram o vigésimo quarto aniversário da Associação dos Combatentes do Ultramar Português, numa iniciativa que contou com o apoio institucional da autarquia de Castelo de Paiva. O encontro reuniu diversos associados, familiares e representantes de entidades regionais num ambiente de proximidade e recordação.
Um tributo necessário aos caídos
A parte mais solene do programa centrou-se na evocação da memória dos vinte e sete militares naturais deste concelho que perderam a vida em combate. Esta cerimónia serviu não apenas para recordar os soldados locais, mas também para enaltecer todos aqueles que, servindo a Pátria, sacrificaram a sua existência. Trata-se de um compromisso inabalável da comunidade paivense, que pretende garantir que o legado destas pessoas permaneça presente nas gerações vindouras.
Duas décadas de empenho associativo
Ao atingir vinte e quatro anos de existência, a ACUP consolida a sua posição enquanto pilar de apoio aos antigos combatentes. O trabalho desenvolvido por esta estrutura tem sido crucial não só na defesa da dignidade daqueles que estiveram nos conflitos, mas também no auxílio direto às suas famílias e na manutenção viva dos valores da camaradagem e do relato histórico. Através das suas ações, a associação assegura que a vivência destes homens não seja esquecida, integrando o seu papel na identidade coletiva da região.
Reconhecimento institucional
A edilidade de Castelo de Paiva manifestou publicamente o seu apreço pela trajetória da associação, sublinhando que a dedicação da ACUP ao longo deste tempo tem sido exemplar. Ao valorizar o passado, a organização contribui para que a sociedade construa um futuro alicerçado no respeito e na memória, sendo esse o principal motivo pelo qual o Município se associou às comemorações que celebraram mais de duas décadas de atividade ininterrupta.







