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Home - Ambiente - Conteira: a planta dos Açores que veio para substituir o plástico

AmbienteCiência

Conteira: a planta dos Açores que veio para substituir o plástico

Last updated: 13 Agosto, 2019 21:00
Redação
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Innovation Green Azores / Facebook

Tigela feita a partir de componentes da conteira

Um grupo de investigadores da Universidade dos Açores está a explorar a possibilidade de utilizar a conteira — uma planta invasora —, como substituição ao plástico descartável.

O projeto usa componentes da conteira — que existe em abundância no arquipélago —, para recriar utensílios do quotidiano que possam ser alternativas sustentáveis ao plástico descartável.

“É um dois em um: estamos a encontrar uma solução para combater uma praga e, ao mesmo tempo, a criar valor para solucionar outros problemas”, explica Telmo Eleutério, um dos membros do grupo, ao jornal Público.

Visto que a planta hedychium gardnerianum ameaça a vegetação da região, o grupo de investigadores procurou descobrir de que forma a planta podia ser útil. “Percebemos que tinha todas as capacidades necessárias para substituir o plástico descartável”, conta Telmo.

Efraimstochter / Pixabay

O grupo de investigadores usa o caule e folhas da conteira para criar produtos descartáveis.

“É uma transformação do caule e das folhas, de forma a que sejam prensadas e mudadas em objetos de utilidade corrente, como pratos, copos e talheres, que continuarão a ser descartáveis, mas depois serão biodegradáveis“, explica Roberto Amorim à RTP Açores.

Em 2014, Roberto Amorim levou a ideia até à Universidade dos Açores, dando início ao projeto. Contudo, só em 2018 com o devido financiamento, é que conseguiram prosseguir com mais testes e ensaios.

Até agora, o grupo desenvolveu protótipos de copos, pratos e tigelas, já que a aposta é nos materiais de descarte rápido. “Em geral, um copo permite duas ou três utilizações e um prato cerca de quatro ou cinco”, revela Telmo.

A deterioração do material demora 45 a 90 dias num ambiente fechado. O material serve ainda como adubo natural, fertilizando a terra. Segundo Telmo Eleutério, no prazo de dois anos os produtos vão dar entrada no mercado.

“Podemos criar equilíbrio, valorizar os recursos endógenos e olhar de outra maneira para os recursos naturais que não são vistos com o potencial que podem vir a ter”, explica o açoriano.

Além dos pratos, copos e tigelas, o grupo de investigadores também está a trabalhar num outro projeto que tem como objetivo a criação de uma embalagem específica a partir da conteira: as cuvetes para congelados de carne.

A conteira, originária do Himalaia, tem várias flores amarelas e estiletes vermelhos compridos. Segundo a Gulbenkian, a planta é tolerante a vários tipos de solo e pode atingir entre 2 a 4 metros de altura.

DR, ZAP //

TAGGED:AçoresAmbienteBiologiaBotânicaCiência & SaúdeDestaqueSustentabilidade
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