Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Descoberta extinção massiva mais antiga do que a dos dinossauros
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Ambiente - Descoberta extinção massiva mais antiga do que a dos dinossauros

AmbienteCiência

Descoberta extinção massiva mais antiga do que a dos dinossauros

Last updated: 2 Setembro, 2019 9:00
Redação
Share
SHARE

Malcolm Hodgskiss

Rochas estudadas na Baía de Hudson, no Canadá

Uma equipa de cientistas norte-americano encontrou evidências de uma extinção em massa mais antiga do que a dos dinossauros, revelou um novo estudo.

De acordo com a investigação, cujos resultados foram publicados na revista científica especializadas Proceedings of the National Academy of Sciences, em causa estão estranhas pistas encontradas em algumas rochas no Canadá.

Estas rochas revelam indícios de uma extinção massiva e até então desconhecida de organismos maior do que a dos dinossauros, que há 65 milhões de anos ditou o fim destes animais e fez a Terra perder quase três quartos das suas plantas e animais.

A extinção antiga agora descoberta envolveu microrganismos que moldaram a atmosfera da Terra, abrindo depois caminho para o aparecimento de animais maiores.

“Isto indica que, mesmo quando a Biologia da Terra é completamente composta por micróbios, poderia considerar-se um enorme evento de extinção que não fica marcado em registos fósseis”, explicou o co-autor do estudo, Malcolm Hodgskiss, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, citado em comunicado.

Para descobrir os traços dos microrganismos, que não deixaram “pegadas” fósseis, a equipa de cientistas norte-americanos debruçou-se no estudo do óxido de bário – um mineral não metálico que encapsula registos de oxigénio na atmosfera – recolhidos nas Ilhas Belcher, na Baía de Hudson, Canadá.

Amostras deste mineral revelaram que a Biosfera do Terra passou por enorme mudanças que terminaram há cerca de 2.000 milhões de anos com uma extinção em massa que pode estar relacionada com a diminuição dos níveis de oxigénio. “O facto de esta amostra geoquímica ter sido preservada foi muito surpreendente”, disse Hodgskiss.

Esta relação entre a proliferação da vida e o oxigénio atmosférico deu aos cientistas novas evidências sobre a hipótese da Grande Oxidação, também conhecida como Holocausto de Oxigénio ou Revolução do Oxigénio, tal como observa o portal Phys.org.

Este evento envolveu uma enorme mudança ambiental que, provavelmente, ocorreu há cerca de 2,4 mil milhões de anos.

De acordo com esta hipótese, a fotossíntese de microrganismos antigos e a erosão das rochas libertaram para a a atmosfera uma grande quantidade de oxigénio que desencadeou um crescimento explosivo na diversidade de minerais na Terra.

TAGGED:AmbienteCiência & SaúdeDestaqueEvoluçãoMicrobiologia
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article E se as leguminosas acabassem com a fome? É viável e reduz as emissões de gases com efeito de estufa
Next Article Cinfães: Serra de Montemuro vai ter recolha de lixo por parte da população
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva: 40.ª edição dos Jogos Desportivos inicia com tributo ao movimento associativoCastelo de Paiva assinalou o 25 de Abril

com o arranque da 40.ª edição dos Jogos Desportivos e Culturais, evidenciando o forte espírito associativo do município. A autarquia…

Uma tragédia marcou o concelho de Castelo de Paiva na tarde de segunda-feira, com a morte por afogamento de um jovem de 23 anos, residente em Penafiel.

A vítima, Joary Viegas d’Abreu de Monte Cristo, natural de São Tomé…

A Caminhada da Família voltou a afirmar-se como uma iniciativa de forte adesão comunitária em Cinfães

reunindo cerca de 150 participantes numa manhã dedicada ao exercício físico, ao…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?