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Home - Ciência - Está explicado porque os minúsculos cortes de papel magoam tanto

Ciência

Está explicado porque os minúsculos cortes de papel magoam tanto

Last updated: 30 Julho, 2018 10:00
Redação
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Zlatko Unger / Flickr

Dolorosos e inesperados – assim são os cortes em papéis que tantas vezes nos apanham. A Ciência explica agora por que motivo estes minúsculos cortes nos causam uma dor tão aguda.

Fisicamente, os cortes em papel doem muito por diversas razões. Geralmente, ocorrem em partes do nosso corpo que são mais sensíveis, como os dedos, lábios ou língua.

As redes nervosas destas partes corporais sentem, com uma excecional clareza e especificidade, sensações de calor, frio e pressão. Os cérebros dos humanos até têm áreas especializadas para receber os sinais provenientes destas área em alta definição.

Ou seja, as requintadas habilidades sensoriais que tornam os nossos dedos, lábios e língua tão bons naquilo que normalmente fazem, transformam também as lesões destas áreas ainda mais dolorosas, explicou Gabriel Neal, médico e professor de Medicina Familiar na Universidade do Texas, em declarações ao The Conversation.

Por obra do acaso, estas áreas altamente sensíveis são as partes do nosso corpo que mais usámos no dia-a-dia. Por isso, cortes nos dedos, lábios e língua tendem a reabrir, condenando-nos a reviver a dor de novo. E de novo.

Para piorar a situação, a profundidade da ferida é perfeita para expor e excitar as fibras nervosas da pele, sem chegar a danificá-las. No caso de lesões mais profundas, as fibras nervosas ficam gravemente danificadas e, por isso, a capacidade de comunicar a dor até ao cérebro fica comprometida. Com um corte de papel, as fibras nervosas são acesas e estão totalmente operacionais.

Como minimizar a dor

Para minimizar o desconforto causado por um corte de papel, devemos lavar a lesão com água e sabão assim que for possível. Desta forma, a possibilidade de infeção é reduzida, ajudando, em simultâneo, a cicatrizar rapidamente.

Além disso, a ferida deve ser mantida limpa e, se possível, coberta com um pequeno penso durante alguns dias para evitar a reabertura da lesão.

Os efeitos sentidos por um corte de papel são fruto da resposta mental – e, em parte, emocional – quase imediata do nosso cérebro. Estas lesões recordam-nos que não importa quantas vezes façamos uma tarefa simples, pois continuamos a ser capazes de nos ferir acidentalmente de forma repetida.

Se estes cortes nos tornam mais solidários com a dor dos outros, talvez os cortes de papel até tenham algum propósito e nos façam bem. Talvez.

TAGGED:ciênciaCiência & SaúdeDestaquemedicinasaúde
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