Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: IA desvenda em segundos o “problema dos três corpos” que desafia cientistas desde Newton
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Ciência - IA desvenda em segundos o “problema dos três corpos” que desafia cientistas desde Newton

CiênciaTecnologia

IA desvenda em segundos o “problema dos três corpos” que desafia cientistas desde Newton

Redação
Last updated: 9 Novembro, 2019 8:00
Redação
Share
SHARE

Tim Pyle / NASA

O “problema dos três corpos”, inicialmente formulado por Isaac Newton no século XVII e que desafia cientistas até aos dias que correm, foi resolvido por um programa de Inteligência Artificial (IA) numa questão de segundos.

O problema parece simples, mas revela-se bastante complexo, frisa o Live Science: passa por prever como é que três corpos celestes – como estrelas, planetas e luas – se orbitam.

As interações gravitacionais entre estes objetos resultam de um sistema caótico e complexo, sendo muito sensível às posições iniciais de cada corpo e, por isso, tornava-se complicado encontrar uma forma simples de o resolver.

Resolver este problema, escreve o Hype Science, requer uma quantidade impensável de cálculsos. Por isso, e para tentar resolver a questão, os cientistas recorrem a softwares que podem durar semanas ou até meses para revelar os resultados.

Mas agora, um novo estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, tentou testar se uma rede neuronal – um tipo de IA que imita a forma como o cérebro humano opera – pode resolver o problema de forma mais rápida.

De acordo com a nova investigação, cujos resultados estão disponíveis em pré-visualização no arXiv, a rede neuronal é bem mais rápida: 100 milhões de vezes.

As redes neuronais devem ser treinadas, isto é, alimentadas com dados antes de começarem a fazer previsões. Por isso, para esta investigação, os cientistas começaram por gerar 9.900 cenários simplificados de três corpos recorrendo ao Brutus, o software mais utilizado para resolver este problema.

No Brutus, a análise de cada cenário levou cerca de 2 minutos.

Depois, partiram desde dados para alimentar a rede neuronal, testando 5.000 cenários ainda não previstos recorrendo à IA, descobrindo que a rede artificial pode resolvê-los numa questão de segundos e obtendo resultados semelhantes aos do Brutus.

Potencial da descoberta

Segundo Chris Foley, cientista da Universidade de Cambridge e um dos autores do estudo, esta eficácia pode ser “inestimável” para astrónomos que estudam o comportamento de aglomerados de estrelas e a própria evolução do Universo.

“Esta rede neural, se fizer um bom trabalho, deve dar-nos soluções num prazo sem precedentes. Então, podemos começar a pensar em progredir com questões muito mais profundas, como a forma como as ondas gravitacionais se formam”, explicou.

Contudo, esta IA tem uma desvantagem óbvia: a rede neuronal é uma prova de conceito que aprendeu a partir de cenários simplificados. Treiná-la para outros cenários mais complexos exige que estes sejam inicialmente calculados com o Brutus – situação que pode ser demorada e cara.

Foley explicou ainda que o Brutus é lento porque resolve problemas recorrendo a “força bruta”, ou seja, realizando cálculos para cada etapa, por menor que esta seja, das trajetórias dos corpos celestes. A rede neural, por sua vez, analisa estes cálculos e deduz um padrão que pode ajudar a prever cenários futuros com eficácia.

“Existe uma separação entre a nossa capacidade de treinar uma rede neural com um desempenho fantástico e a nossa capacidade de derivar dados com os quais treiná-la (…) Então, há um gargalo” nesta situação, explicou Foley.

Segundo o cientista, a ideia não passa por substituir o Brutus pela IA, mas antes utilizá-los em conjunto. O software continuaria a fazer a maior parte do trabalho “braçal” e a rede neuronal assumiria o resto do trabalho quando os cálculos em causa ficassem complexos demais, “travando” o software.

“Criamos esse híbrido. Sempre que o Brutus fica preso, aplicamos a rede neuronal e avançamos. Depois, avaliamos de o Brutus continuou preso”, resumiu.

TAGGED:AstronomiaCiência & SaúdeDestaqueInteligência ArtificialTecnologia
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Executivo da CM de Castelo de Paiva foi ouvido no inquérito que investiga irregularidades nas Lojas do Turismo
Next Article Novo Banco com prejuízos de 572 milhões. CGD com lucros de 641
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

4 × 3 =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Avaria elétrica condiciona abastecimento de água em Raiva e Pedorido

As freguesias de Raiva e Pedorido, no concelho de Castelo de Paiva, estão a registar condicionamentos no abastecimento de água…

Castelo de Paiva promove gala solidária em memória da tragédia de Entre-os-Rios

O Município de Castelo de Paiva realiza, no próximo sábado, 24 de…

Furtos na Secundária: Câmara de Castelo de Paiva reage, mas famílias contestam tese de “caso isolado”

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva quebrou o silêncio sobre os…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Hospitais adiam exames oncológicos para lucrar com rastreios

(CC0/PD) Hush Naidoo / unsplash “É uma vergonha o que se está a fazer”, denuncia o presidente da Sociedade Portuguesa…

Mordida de formiga “drácula” é cinco mil vezes mais rápida que um piscar de olhos

Adrian Smith / Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte A formiga “drácula”, nome popular da Mystrium camillae, é…

Misteriosos organismos marinhos podem estar a encher o céu de nuvens

Segundo um novo estudo, algumas algas marinhas microscópicas poderão estar a ter um papel importante e ativo na formação de…

O segredo da longevidade está no George Solitário, a última tartaruga gigante das Galápagos

rafael-ec / Flickr Solitário George No ADN da tartaruga George Solitário, o último exemplar da espécie Chelonidis abingdonii, uma equipa…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

six + eight =

Lost your password?