Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Mito dos ovos que flutuam: Afinal, não há maneira de saber se um ovo está contaminado
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Ciência - Mito dos ovos que flutuam: Afinal, não há maneira de saber se um ovo está contaminado

Ciência

Mito dos ovos que flutuam: Afinal, não há maneira de saber se um ovo está contaminado

Last updated: 8 Agosto, 2018 8:00
Redação
Share
SHARE

willowgardeners / Flickr

Esqueça o tão conhecido teste dos ovos que flutuam. Este é só um dos vários mitos com que um projeto europeu se deparou, numa investigação que pretende melhorar a segurança alimentar nas famílias.

Segundo a sabedoria popular, comer um ovo que se afunda numa caneca de água é seguro, mas um ovo que flutua está estragado. Isto é o que toda a gente pensa, mas Paula Teixeira, do grupo de investigação em Microbiologia e Segurança Alimentar da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto (UCP), diz que é errado.

“Não há maneira de saber se um ovo está contaminado por bactérias, porque elas não se veem”, afirma a investigadora, acrescentando que se um ovo flutua, isso significa que já tem algum tempo, mas não que está contaminado. “Já um ovo que se afunda pode perfeitamente estar contaminado com bactérias.”

Este é um mito que passa de geração em geração e que se “perpetua na prática das famílias”, mas é apenas um dos muitos mitos que a equipa de cientistas se confrontou no projeto europeu SafeconsumE, cujo objetivo é promover as melhores práticas de manuseamento, confeção e conservação dos alimentos e, assim, garantir a segurança alimentar nas famílias.

De acordo com o Diário de Notícias, o grupo de Paula Teixeira fez, durante o primeiro ano de trabalho, o levantamento das rotinas relacionadas com a alimentação de 15 famílias portuguesas de várias regiões do país.

Foram várias as surpresas que impressionaram os cientistas, que chegaram à conclusão que existem vários mitos que estão muito difundidos não só em Portugal, como também em todo o globo. O projeto baseou-se no acompanhamento de famílias em Portugal, na Roménia, Noruega, França e Hungria.

Além do mito dos ovos que flutuam, os especialistas depararam-se também com a ideia – muito vulgarizada, de que o cozinheiro tem sempre as mãos lavadas, isto porque está sempre em contacto com a água. E adivinhe: é mentira.

“Nunca tinha ouvido, mas as pessoas acreditam nisso, e não é verdade, refere Paula Teixeira. Na verdade, onde há alimentos e água, há também bactérias a crescer. Além disso, lavar as mãos não se baseia em passá-las por água apenas.

Há ainda o mito de que um alimento que caiu ao chão não tem problema para a saúde se for apanhado em menos de cinco segundos, acrescenta a investigadora. Mas se para alguns mitos “nem são necessários testes científicos”, outros necessitam de validação.

É o caso dos ovos pasteurizados que, segundo dizem, são menos saborosos. “Já fizemos um painel sensorial e confirmámos que é uma ideia errada, as pessoas não conseguem identificar diferenças de sabor”, afirma.

Atualmente, o projeto encontra-se na segunda fase, na qual as equipas recolhem, numa plataforma centralizada, os contributos de quem quiser partilhar as suas regras, conselhos, práticas e hábitos no manuseamento, confeção e conservação dos alimentos.

“Vamos testar em laboratório a validade de algumas destas práticas, para perceber se influem na contaminação dos alimentos e se devem ser alteradas e, se sim, definir que recomendações terão de ser feitas pelo projeto”, adianta a investigadora.

TAGGED:Ciência & SaúdeDestaquesaúdeSegurança Alimentar
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Descoberta estrela gigante rica em lítio que pode estar ligada ao Big Bang
Next Article Mais de meio século após a última escavação, uma nova Pompeia fascina os arqueólogos
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Felgueiras transforma Parque Urbano da Bouça num polo cultural durante 24 dias de julho

O evento Praça das Artes oferece concertos, gastronomia e animação para todas as idades entre 17 de julho e 9…

Paiva Summer Camp 2026 abre inscrições para jovens dos 13 aos 17 anos com cinco dias de atividades

O programa desportivo inclui desportos náuticos, aventura e transporte assegurado pela organização…

Biblioteca de Castelo de Paiva enche-se com mais de cem crianças para aventura nos Açores

Filipe Bacelo apresentou a obra O Dragão Furninhas e o Cozido Mágico…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?