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Home - Ciência - NASA lança este sábado a sonda que vai “tocar” no Sol

Ciência

NASA lança este sábado a sonda que vai “tocar” no Sol

Redação
Last updated: 10 Agosto, 2018 22:00
Redação
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nasamarshall / Flickr

Rodeada de um escudo para a proteger das altas temperaturas, a sonda Parker parte já este sábado do Cabo Canaveral, na Florida, com destino ao Sol, e leva uma missão na bagagem: perceber porque é que a coroa solar é muito mais quente do que a sua superfície.

A agência espacial norte-americana NASA lança, este sábado, uma sonda que irá viajar até bem perto da coroa do Sol, a camada mais externa da sua atmosfera, tornando-se no primeiro aparelho a estar tão próximo da estrela.

O lançamento do engenho, o “Parker Solar Probe“, será feito do Cabo Canaveral, na Florida, nos Estados Unidos, com hora prevista para as 03h33 locais (08h33 em Lisboa).

A sonda Parker vai navegar pela atmosfera solar e, segundo a NASA, vai aproximar-se da superfície do astro-rei como nunca antes uma sonda o fez, permitindo obter as observações mais próximas de uma estrela.

Na maior aproximação ao Sol, o escudo térmico da sonda, feito de carbono, vai enfrentar temperaturas perto dos 1.377ºC. À superfície, a temperatura do Sol atinge os 5.500ºC. Na coroa, a parte mais exterior da sua atmosfera, visível como um anel durante os eclipses, os termómetros chegam aos dois milhões de graus Celsius.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=RT9laVHZZQo?feature=oembed&w=700&h=394]

Aproveitando a gravidade do planeta Vénus, o segundo mais próximo do Sol, a sonda vai chegar perto o suficiente do Sol para conseguir captar a variação da velocidade do vento solar (emissão de partículas energéticas provenientes da coroa, sobretudo eletrões e protões) e ver o berço das partículas solares de maior energia.

Uma das metas dos cientistas é perceber como a energia e o calor circulam através da coroa solar – constituída por plasma, gás ionizado formado a altas temperaturas – e explorar o que acelera o vento solar e as partículas energéticas.

Justificando a importância da missão, que durará sete anos, a NASA salienta que perturbações no vento solar agitam o campo magnético da Terra, que protege o planeta da radiação solar, e interferem com o clima espacial, que pode mudar a órbita dos satélites, encurtar a sua esperança de vida e alterar o funcionamento de equipamentos eletrónicos a bordo, assim como pôr em perigo a vida de astronautas.

A sonda ganhou o nome do astrofísico norte-americano Eugene Parker, de 91 anos, que apresentou, na década de 50, uma série de conceitos para explicar como as estrelas, incluindo o Sol, libertam energia. Chamou vento solar à ‘cascata’ de energia do Sol e descreveu todo um “sistema complexo” de plasmas, campos magnéticos e partículas energéticas associado ao conceito de vento solar.

A NASA lembra que Parker teorizou uma explicação para a temperatura extremamente elevada da coroa solar, que, ao contrário do que seria expectável, é mais quente do que a superfície do Sol apesar de ser a camada mais externa da atmosfera.

A sua teoria sugere que erupções solares regulares, mas pequenas, podem causar este calor intenso.

À AFP, Alex Young, especialista em atividade solar da NASA, diz que este “é um ambiente muito estranho e pouco familiar para nós”. Mas Nicky Fox, do laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins e responsável científica da missão, garante que a observação à distância da coroa do Sol já não é mais viável.

“É preciso ir onde as coisas acontecem, onde todas as coisas misteriosas ocorrem”, conclui.

TAGGED:AstronomiCiência & SaúdeDestaqueEspaçoNASASol
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