Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Ser religioso aumenta a esperança média de vida em quase 4 anos
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Ciência - Ser religioso aumenta a esperança média de vida em quase 4 anos

Ciência

Ser religioso aumenta a esperança média de vida em quase 4 anos

Last updated: 18 Junho, 2018 10:00
Redação
Share
SHARE

JMJ Rio 2013 / Flickr

Ser religioso pode aumentar a esperança média de vida. Segundo um estudo, que analisou os obituários de mais de mil pessoas dos EUA, as pessoas religiosas  vivem, em média, quase mais 4 anos do que os ateus. 

As conclusões encontradas mantiveram-se iguais mesmo depois dos pesquisadores levarem em conta aspetos como o género e o estado civil, dois critérios conhecidos por influenciarem o tempo médio de vida.

Na verdade, as mulheres vivem de 4,8 anos a mais que os homens mas, a influência da religião na esperança média de vida também chegou perto destes valores, de acordo com os investigadores.

“A afiliação religiosa teve um efeito quase tão forte sobre a longevidade de vida como o sexo, que é uma questão de anos de vida” disse Laura Wallace, autora principal do estudo e aluna de doutoramento em Psicologia na Universidade de Ohio, num comunicado.

Este novo estudo, publicado esta quarta-feira na revista Social Psychological and Personality Science, vai ao encontro de estudos realizados anteriormente que relacionam a religião com benefícios para a saúde.

Há pesquisas que afirmam que frequentar serviços religiosos está diretamente ligado a uma maior longevidade de vida. No entanto, estes estudos costumavam usar os próprios testemunhos das utilizadores destes serviços, não sendo certo qual seria a precisão das informações recolhidas.

Os investigadores notaram ainda que o estudo encontrou apenas uma associação, não tendo sido possível determinar se ser religioso aumenta o tempo de vida ou se as pessoas mais saudáveis tendem a ser mais religiosas.

Religião e tempo de vida

Para realizar o estudo, os investigadores analisaram cerca de 1.100 obituários de 42  cidades importantes dos EUA publicadas online entre 2010 e 2011. Considerava-se uma pessoa religiosa caso o obituário mencionasse atividades religiosas.

Os investigadores também tiveram em conta a idade da pessoa em causa, o género e o estado civil bem como, o número de atividade sociais e voluntárias em que participavam. Uma análise mais aprofundada revelou que o voluntariado e a participação em organizações sociais explicavam parte, mas não toda a relação entre religião e longevidade de vida.

De acordo com os investigadores, o estilo de vida também poderá ajudar a explicar a associação encontrada. Muitas religiões têm regras que restringem práticas de vida menos saudáveis como, por exemplo, o uso de álcool e drogas, que pode ter influência na longevidade de vida.

Além disso, “muitas religiões promovem práticas para redução do stress que podem melhorar a saúde dos fiéis, como a gratidão, a oração ou meditação”, disse o co-autor do estudo Baldwin Way, professor associado de psicologia em Ohio.

As conclusões encontradas também sugerem que o nível geral de religiosidade numa cidade e a forma como os habitantes a valorizam em de acordo com as normas sociais, também pode afetar também a ligação entre religião e tempo de vida.

Nas cidades extremamente religiosas, onde é importante viver em conformidade com as normas sociais, as pessoas religiosas tendiam a viver mais do que as pessoas não religiosas. Por outro lado, nas cidades altamente religiosas, onde não era tão valorizado viver segundo as normas sociais, as pessoas não religiosas tendiam a viver o mesmo que as pessoas religiosas, disse Wallace.

Os investigadores apelidaram este fenómeno de efeito “transbordante”. Neste efeito, os benefícios positivos associados à prática de uma religião estendem-se para a população não religiosa. Ou seja, os ateus podem ser influenciados positivamente por estarem inseridos num ambiente religioso sem que sejam religiosos, provavelmente devido à saúde mental e física da comunidade.

No entanto, a equipa de investigação salienta ainda que estes representam apenas resultados preliminares que necessitam de ser replicados noutros estudos.

TAGGED:Ciência & SaúdeDestaqueLongevidadeReligião
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article ADN não codificante tem o poder de mudar os genitais
Next Article Em dia de exame nacional, arranca greve dos professores (e pode durar um mês)
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Penafiel promove hábitos de vida saudáveis através da distribuição de livros educativos

Cerca de quatro mil alunos do pré-escolar e primeiro ciclo recebem obras sobre nutrição para incentivar o consumo de fruta

Comando da GNR em Viseu promove colheita de sangue na Biblioteca de Cinfães no dia 29 de junho

A iniciativa solidária decorre na biblioteca municipal durante a manhã do último…

Castelo de Paiva organiza edição de 2026 da Feira do Vinho Verde para promover produtores

O evento de referência regional decorre durante o primeiro fim de semana…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?