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Home - Ciência - “Síndrome do Inverno.” Investigadores na Antártida em estado de hibernação psicológica

CiênciaClima

“Síndrome do Inverno.” Investigadores na Antártida em estado de hibernação psicológica

Last updated: 10 Dezembro, 2018 1:00
Redação
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ESA / IPEV / PNRA–E. Kaimakamis.

A base Concordia

Os investigadores da Antártida entram em estado de “hibernação psicológica” para lidar com o stress provocado pela escuridão constante e o isolamento típicos do inverno a latitudes extremas.

Passar longos períodos de tempo em isolamento e confinamento em qualquer ambiente causa reações psicológicas negativas e alterações na saúde. Os investigadores da base da Concordia, na Antártida, relataram uma variedade de problemas, desde alterações de humor e ansiedade até reações psiquiátricas mais graves.

Estas mudanças são particularmente evidenciadas durante o período de inverno e refletem os sintomas conhecidos como “síndrome do inverno“.

Com o apoio da Agência Espacial Europeia, cientistas da Universidade de Manchester, na Noruega, e da Universidade de Tirburg, na Holanda, examinaram as alterações na qualidade do sono, emoções e estratégias que os investigadores da Antártida adotaram durante dois invernos.

A área em causa tem o clima desértico mais seco da Terra, uma baixa pressão de ar e uma atmosfera muito pobre em oxigénio. No inverno, a temperatura média ronda os -50ºC, sendo que a temperatura mais baixa registada foi de -85ºC.

Através de questionários psicométricos, os cientistas pediram à equipa de investigadores da base Concordia para relatar os seus estados emocionais, sono e estratégias que adotam para enfrentar esta época o ano.

O estudo, publicado recentemente na Frontiers in Psychology, revela um padrão de deterioração da qualidade do sono e uma diminuição das emoções positivas no inverno, que foram recuperadas assim que o sol começou a brilhar.

Este pormenor surpreendeu os investigadores, que pensaram que os esforços ativos para enfrentar este problema, como a resolução de problemas ou o conforto da autoconsciência, diminuíram, dando lugar a esforços passivos como reações de negação ou depressão.

Os responsáveis pelo estudo ressalvam ainda o facto de as instalações da estação antártica terem sofrido algumas evoluções, sendo que os investigadores vivem agora com maior conforto. Este facto faz com que este estudo contraste com alguns anteriores, dado que o risco de exposição ao frio era muito maior e os recursos para mitigar o stress era limitados.

Por conseguinte, é provável que os mecanismos que os indivíduos usam para lidar com o stress durante o confinamento a longo prazo nestes locais reflitam as condições em que as pessoas se encontram.

De uma forma geral, esta investigação levanta muitas questões sobre a forma como as pessoas mantêm a sua saúde ao mesmo tempo que vivem neste tipo de condições isoladas. Estes estudos antárticos são comparáveis ao voo espacial, sendo que este trabalho pode também ajudar a entender a forma ideal de manter os astronautas saudáveis e estáveis em longas missões espaciais.

“As nossas descobertas podem refletir uma forma de hibernação psicológica. Investigações anteriores sugeriram que este é uma mecanismo de defesa contra o stress crónico”, adianta Nathan Smith, da Universidade de Manchester.

No fundo, o cientista explica que as pessoas sabem que as condições são incontroláveis, mas têm a certeza que, no futuro, as condição melhorarão. Assim, o indivíduo pode optar por reduzir esforços de modo a preservar energia.

TAGGED:Ciência & SaúdeclimaDestaquePsicologiasaúde
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