Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Um tipo especial de luz pode ter sido o ingrediente crucial para a vida no Universo
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Ciência - Um tipo especial de luz pode ter sido o ingrediente crucial para a vida no Universo

Ciência

Um tipo especial de luz pode ter sido o ingrediente crucial para a vida no Universo

Last updated: 8 de Dezembro, 2018
Redação
Share
4 Min Read
SHARE

NASA / ESA / P Crowther / University of Sheffield

Um berçário estelar no coração da Nebulosa da Tarântula

Para existir vida, são necessárias algumas condições prévias. O mesmo acontece no próprio espaço, que precisa de ser preparado para abrigar vida. A luz ultravioleta e ótica que resplandece de estrelas massivas e recém-formadas pode ter sido um ingrediente crucial.

A vida não surge do nada. São necessários alguns ingredientes para que isso aconteça, como uma atmosfera, uma camada de ozono, água líquida e temperaturas habitáveis. No entanto, mesmo antes de chegar a este ponto, o próprio espaço precisa de ser preparado com uma luz ultravioleta e ótica que resplandece de estrelas enormes e recém-formadas.

Segundo uma recente investigação da Universidade Nacional da Austrália, este tipo especial de luz estelar fornece uma espécie de pressão de radiação que neutraliza a gravidade, retardando a taxa de formação estelar de uma galáxia.

O astrofísico Roland Crocker explica que, se a formação de estrelas acontecesse rapidamente, todas elas se uniriam em gigantescos aglomerados, onde a intensa radiação e explosões de supernovas provavelmente esterilizariam todos os sistemas planetários, impedindo assim o surgimento de vida.

“As condições nesses aglomerados estelares impediriam a formação de planetas“, detalha o especialista.

De acordo com a Ciência, a gravidade é vital para a formação de estrelas. A maioria delas nasce em berçários estelares, nuvens moleculares densas e ricas em poeira e gás. À medida que os ventos interestelares e ondas de choque gravitacionais se propagam, o material é empurrado para aglomerados mais densos, que acabam por colapsar sob a sua própria atração gravitacional.

Estes aglomerados colapsados continuam até absorver material circundante, crescendo muito rapidamente em massa até que a fusão nuclear os faça brilhar.

Segundo a equipa de cientistas, o ato de emitir luz das estrelas impulsiona o gás de aglomerados estelares densos e isolados, que estão a passar por uma taxa furiosa de formação estelar, impedindo que se aglutinem ainda mais.

Esta luz ultravioleta e ótica das novas estrelas massivas espalha-se por esse gás. A absorção de fotões cria uma pressão direta de radiação, enquanto os fotões absorvidos pelo gás e reemitidos como luz infravermelha criam uma pressão indireta de radiação.

“Este fenómeno ocorre em galáxias e em aglomerados estelares onde há muito gás empoeirado que forma pilhas de estrelas com relativa rapidez”, afirma Crocker. “Nas galáxias que formam estrelas mais lentamente, como a Via Láctea, há outros processos que diminuem a velocidade. A Via Láctea, por exemplo, forma duas novas estrelas por ano.”

Apesar de não ser um processo recém-descoberto, a modelagem matemática realizada pela equipa de Crocker coloca um limite na rapidez com que as novas estrelas se podem formar.

Basicamente, a equipa descobriu que muito mais da metade do material numa nuvem molecular precisa de ser convertido em estrelas para a pressão direta de radiação afastar o gás restante. O artigo científico foi recentemente publicado na Monthly Notices da Royal Astronomical Society.

“Esta e outras formas de diminuição de formação de estrelas ajudam a manter o Universo vivo e vibrante”, concluiu o investigador.

TAGGED:AstrofísicaCiência & SaúdeDestaqueEspaçoUniverso
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Humanos com corações de porco? Experiência com babuínos traz nova esperança
Next Article Revelados segredos de um planalto afogado há 8.000 anos no mar do Norte
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Apex renova Castelo de Paiva com nova direção, mais equipamentos e o maior espaço de musculação do concelho

Ginásio especializado em musculação e aeróbico, sob nova direção de Carlos Fernandes, aposta em equipamentos de topo para utentes de…

people wearing personal protective equipments
RDC enfrenta surto descontrolado de Ébola; Europa em alerta máximo, mas risco de epidemia é considerado baixo

O epicentro da crise situa-se na província de Ituri, uma região vulnerável…

Festival da Juventude & da Francesinha regressa ao Largo do Conde com casa cheia em Castelo de Paiva

Castelo de Paiva, Portugal – O Largo do Conde, em Castelo de…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?