Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Caixa Geral de Depósitos deu 125 milhões a Isabel dos Santos
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Economia - Caixa Geral de Depósitos deu 125 milhões a Isabel dos Santos

Economia

Caixa Geral de Depósitos deu 125 milhões a Isabel dos Santos

Last updated: 25 Maio, 2019 12:15
Redação
Share
SHARE

Manuel Araújo / Lusa

Isabel dos Santos

O banco público emprestou a Isabel dos Santos, em dezembro de 2009, 125 milhões de euros para que a empresária pudesse comprar ações da ZON. Parte dessas ações era da própria Caixa Geral de Depósitos.

No fim do ano de 2009, a Caixa Geral de Depósitos emprestou a Isabel dos Santos 125 milhões de euros para que a empresária angolana pudesse comprar ações da ZON, empresa de telecomunicações que é agora a NOS. Parte das ações era da própria CGD (2%), sendo o restante da ZON (4,57%) e a Cinveste (3,43%).

Segundo o Correio da Manhã, mesmo autorizado, o financiamento pela Caixa recebeu um parecer condicionado da Direção-Geral de Risco. As garantias consistiram no “penhor financeiro das ações adquiridas e o aval da engª Isabel dos Santos, consubstanciado numa livrança subscrita pela Kento [empresa financeira da empresária angolana] e avalizada pela própria”, adianta um relatório do Banco de Portugal, consultado pelo jornal.

A Direção de Risco recomendava ainda que o crédito fosse concedido por um sindicato bancário, para reduzir a exposição do banco público, o que acabou por não acontecer.

O crédito era para ser pago à Caixa em sete anos. No entanto, em resposta ao Correio da Manhã, fonte ligada à filha de José Eduardo dos Santos disse que “grande parte já foi amortizado”, o que significa que ainda não foi totalmente pago.

Ainda assim, a fonte e também o presidente da Caixa da altura, Faria de Oliveira, garantem que o crédito estará a ser pago sem quaisquer incumprimentos. “Todas as obrigações foram cumpridas e estão a ser cumpridas. O crédito está em dia”, disse a fonte próxima de Isabel dos Santos.

Já Faria de Oliveira, atualmente presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), afirmou que este “não é tema em relação ao qual esteja levantado o segredo bancário e não tenho conhecimento que haja incumprimentos”.

No relatório, datado de 2011, o banco central português dizia que “os fundamentos” para a concessão do empréstimo “não são compatíveis com uma prática prudente da concessão de crédito”.

CGD aprovou sem ter avaliado capacidade financeira

Foi com o empréstimo da Caixa Geral de Depósitos que Isabel dos Santos, em conjunto com outros fundos, comprou ações representativas de 10% do capital social da ZON (atual NOS).

José Pedro Cabral dos Santos, responsável máximo da DGE na altura, explicou ao Banco de Portugal o racional por detrás da operação. “A CGD reduziria a sua exposição na ZON, uma vez que venderia ações dessa empresa; a ZON alienaria títulos próprios a um preço que garantiria à CGD, enquanto acionista, mais-valias; e a Cinveste, detida pelo coronel Luís Silva, comprometia-se a usar a receita da venda das ações da ZON na amortização de responsabilidades com a emissão de papel comercial”, escreve o jornal.

Cabral dos Santos considerou que “a capacidade financeira dos acionistas da Kento era confortável” e que “as garantias apresentadas eram consideradas suficientes”, sobretudo a “qualidade” das garantias, por exemplo, a “existência de aval pessoal da Engª Isabel dos Santos” e “um depósito [a prazo] obrigatório para reforço da garantia real [as ações]”.

Ainda assim, o BdP não ficou convencido quanto ao risco. “A análise de risco constante do processo, elaborada pela DGR, consistiu, sobretudo, na análise da situação da ZON, apontando o parecer no sentido de uma sindicância do empréstimo solicitado pela Kento, com a justificação de que a CGD já tinha um envolvimento significativo com a ZON e que não se encontrava disponível qualquer informação que permitisse avaliar a capacidade financeira da Engª Isabel dos Santos”.

A DGE da Caixa justificou a aprovação da operação por considerar que “tinha conhecimento” das participações que Isabel dos Santos detinha em diversas empresas”.

Fonte: ZAP

TAGGED:BancaCGDDestaqueEconomiaIsabel dos SantosNacional
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Em 2010, Berardo já não tinha dinheiro para pagar a dívida
Next Article BCE arrasou propostas, mas Centeno diz que “são detalhes”
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

IMPÉRIO DE MARK ZUCKERBERG SOB FOGO: META ACUSADA DE CRIMES DIGITAIS E VIOLAÇÕES SISTÉMICAS NA UNIÃO EUROPEIA

Um departamento jurídico internacional, munido de dezenas de provas documentadas, acusa o conglomerado que detém o Facebook e o Instagram…

CRIME DIGITAL E NEGLIGÊNCIA: FACEBOOK, INSTAGRAM E META SOB INVESTIGAÇÃO POR SILENCIAR GESTORES E IGNORAR EMERGÊNCIA MÉDICA

O caso, que já está sob análise de departamentos jurídicos internacionais, expõe…

Nova linha de muita alta tensão que atravessará o concelho de Castelo de Paiva esteve em análise numa reunião entre a autarquia e a REN

O encontro, realizado nos Paços do Concelho, juntou o executivo municipal, membros…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Detetado neutrino estéril, a partícula que não deveria existir

(dr) Reidar Hahn / Fermilab Interior do tanque MiniBooNE, os fotodetetores captam a luz criada quando um neutrino interage com…

Besouro minúsculo com 99 milhões de anos revela como os continentes mudaram

Field Museum, Shuhei Yamamoto O Propiestus archaicus, um besouro com apenas 3 milímetros, foi descoberto em âmbar com 99 milhões…

Covid-19. Estudo sugere que imunidade a reinfeção dura seis meses para maioria

cheng feng / unsplash As pessoas contagiadas com o novo coronavírus ficam menos suscetíveis a serem novamente infetadas durante os…

O “Mensageiro das Estrelas” afinal pode mesmo ser uma nave espacial

M. Kornmesser / European Southern Observatory Impressão de artista do primeiro asteróide interestelar: Oumuamua. Um objeto interestelar que permanece um…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?