Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: CEO do BCP defende taxa sobre transações financeiras para pagar Novo Banco
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Economia - CEO do BCP defende taxa sobre transações financeiras para pagar Novo Banco

Economia

CEO do BCP defende taxa sobre transações financeiras para pagar Novo Banco

Last updated: 17 de Junho, 2019
Redação
Share
2 Min Read
SHARE

Daniel Resende / Flickr

O CEO do Millennium BCP, Miguel Maya, defendeu a criação de taxas sobre transações financeiras sobre contribuintes portugueses como uma alternativa ao mecanismo de capital contingente para pagar o Novo Banco.

Entre as contribuições para o Fundo de Resolução Nacional e para o mecanismo de capital contingente que capitaliza o Novo Banco, o Millennium BCP tem um encargo anual de cerca de 50 milhões de euros, observa o Jornal de Negócios.

Em declarações ao diário de economia, que avança com a notícia esta segunda-feira, Miguel Maya defende que esta situação vai contra a ideia da União Bancária europeia, uma vez que distorce a concorrência entre a banca nacional e europeia.

Em alternativa ao mecanismo de capital contingente, o presidente da comissão executiva do BCP sugeriu a criação de taxas sobre todas as transações financeiras em que participassem contribuintes portugueses, com as taxas a serem pagas pelas entidades financeiras que as prestaram.

Segundo explicou Miguel Maya, esta medida criaria uma concorrência mais igualitária entre os bancos sediados na União Europeia, considerando ainda que o valor angariado por estas taxas seria “seguramente superior” àquele que o Fundo de Resolução atribuiu ao mecanismo de capital contigente para reforçar o capital do Novo Banco.

O Fundo de Resolução, que detém 25% do Novo Banco, é uma entidade financiada pelas contribuições dos bancos do sistema e é gerido pelo Banco de Portugal, mas está na esfera das administrações públicas, contando para o défice orçamental.

A norte-americana Lone Star pagou mil milhões em 2017, para deter os restantes 75% da instituição atualmente liderada por António Ramalho, escreve ainda o Negócios.

Fonte: ZAP

TAGGED:BancaBCPEconomiaNovo Banco
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Gulbenkian vende petrolífera Partex por 555 milhões de euros
Next Article Qual a semelhança entre a nova personagem de Juliana Paes e a cabeleireira Cintia Fortes?
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

CIM do Tâmega e Sousa exige celeridade nas acessibilidades rodoviárias à A4

A decisão saiu de um encontro em Cinfães, a 22 de setembro, onde a moção apresentada pelos presidentes das Câmaras…

Projecto Aproximar leva novas dinâmicas sociais à freguesia da Raiva a partir de setembro

A partir do dia 30 de setembro, o Projecto Aproximar arranca no…

Castelo de Paiva lança plataforma digital para impulsionar turismo local

Já na próxima sexta-feira, dia 25, a vila histórica dará um passo…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?